E-BOOK Qualidade nutricional e sensorial na produção de refeições
Divulgamos o lançamento, no formato e-book, do livro clássico “Qualidade Nutricional e Sensorial na Produção de Refeições” pela Editora da UFSC.
O e-book está disponível para vendas.

Divulgamos o lançamento, no formato e-book, do livro clássico “Qualidade Nutricional e Sensorial na Produção de Refeições” pela Editora da UFSC.
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O livro “Coronavirus Politics”, organizado por pesquisadores da FGV EAESP e Universidade de Michigan e antecipado à imprensa pela Bori em abril de 2020, foi mencionado em questionamentos contra ex-ministros de Saúde no âmbito da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pandemia.
Os transgênicos representam 94% de toda a soja, o milho e o algodão plantados no Brasil, segundo dados de 2019 do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações Agrobiotécnicas (Isaaa). A área plantada com as sementes geneticamente modificadas no país só é superada pela dos Estados Unidos. Apesar dessa ampla utilização e distribuição, muitas incertezas permanecem em relação à segurança desses organismos que, em um processo de melhoramento genético, tiveram um gene de outra espécie adicionado aos seus. Antes de chegar nas mãos do agricultor, todos eles têm que passar por um processo de avaliação de risco, que considera – ou ao menos deveria considerar – possíveis prejuízos para seres humanos, animais e o meio ambiente. Essas análises realizadas atualmente, contudo, são bastante limitadas e não levam em conta potenciais “efeitos colaterais” que a inserção de um novo gene podem desencadear, principalmente quando combinada a situações de estresse comuns durante o cultivo, como a seca ou a aplicação de agrotóxicos.
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Após a divulgação de dois importantes estudos sobre a grave situação da insegurança alimentar e nutricional (INSAN) no Brasil, a Ágora Abrasco desta semana vai colocar em diálogo as agendas da soberania e segurança alimentar e nutricional e da saúde, aprofundando um balanço dos desafios e perspectivas após um ano de pandemia de Covid-19. O debate é uma forma de colaborar com o delineamento de agenda imediata para mitigar a fome e criar bases para a superação da insegurança alimentar e nutricional.
FOME E PANDEMIA: Diálogos entre soberania e segurança alimentar e nutricional e saúde coletiva
QUINTA-FEIRA, 06/05 ÀS 16H
Uma das situações mais desafiadoras na carreira de um cientista é tentar explicar o sistema de publicação científica para as pessoas em geral. Como justificar que pesquisadores entreguem seu trabalho de graça a editoras estrangeiras, que lucram cobrando pelo acesso a ele? Ou que, além de não cobrar, eles às vezes paguem por isso?
Antes da internet, editoras comerciais eram necessárias para a divulgação de um trabalho científico: financiados por universidades ou governos, cientistas faziam pesquisa e atuavam como revisores de seus pares, delegando a tarefa de imprimir e distribuir artigos em papel a uma empresa que cobrava pelo produto de forma a manter o negócio viável.
A rápida migração online das revistas científicas na virada do século parecia anunciar mudanças: em 1995, a Forbes previu que a Elsevier, maior editora científica do mundo, seria a “primeira vítima da internet”. Passados 25 anos, o braço técnico-científico do grupo RELX, conglomerado multinacional no qual a editora se transformou, registra um faturamento anual de mais de 2,6 bilhões de libras, com margens de lucro entre 30 e 40%.
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Foi publicada, na quinta-feira (22/4), a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 493/2021, que define regras para a classificação de um alimento à base de cereais como integral ou para o destaque da presença de ingredientes integrais nesses alimentos.
O alimento contendo cereais pode ser classificado como integral se apresentar em sua composição, no mínimo, 30% de ingredientes integrais e, adicionalmente, ter uma quantidade de ingredientes integrais superior à quantidade de ingredientes refinados. Atendidas essas condições, o termo “integral” poderá aparecer no nome de venda do alimento, desde que se declare juntamente o percentual de ingredientes integrais presentes na sua composição, usando o mesmo tipo, tamanho e cor de fonte.
A resolução também estabelece regras para os produtos que não atingem os critérios para serem classificados como integrais, mas que possuem em sua composição ingredientes integrais. Caso haja interesse em destacar a presença desses ingredientes no rótulo do produto, o termo integral não poderá estar presente no nome de venda. Próximo aos dizeres usados para destacar a presença dos ingredientes integrais, deverá ser declarada a porcentagem dos ingredientes integrais, observando o mesmo padrão de fonte, cor, tamanho e contraste.
Segundo o regulamento, para ser considerado integral o ingrediente deve ser obtido exclusivamente de um cereal ou pseudocereal e ser submetido a processo tecnológico que não altere a proporção esperada de seus componentes anatômicos (endosperma, amiláceo, farelo e gérmen). Os cereais e pseudocereais abrangidos na norma incluem alpiste, amaranto, arroz, arroz selvagem, aveia, centeio, cevada, fonio, lágrimas-de-Jó, milheto, milho, painço, quinoa, sorgo, teff, trigo, trigo sarraceno e triticale.
Transição
As novas regras entrarão em vigor em abril de 2022, mas sua imediata publicação tem o objetivo de permitir a organização do setor de alimentos para atendimento ao regulamento. Após a sua vigência, haverá um prazo de 12 meses para adequação dos produtos, com exceção das massas alimentícias, que terão um prazo maior (24 meses) devido à complexidade das adaptações tecnológicas.
Quando entrarem em vigor, essas regras trarão maior uniformidade ao mercado, considerando que atualmente as empresas adotam critérios próprios para o uso do termo “integral”, e facilitarão a escolha do consumidor, já que será obrigatória a declaração do percentual de ingredientes integrais presentes na composição dos alimentos à base de cereais. Esses alimentos são regulados pela RDC 263/2005 e incluem farinhas, massas, pães, biscoitos e cereais matinais.
Já está disponível a nova edição do documento de Perguntas e Respostas sobre Requisitos para Uso de Gorduras Trans em Alimentos. Elaborada pela Gerência Geral de Alimentos, a publicação está em sua segunda versão.
É importante destacar que o documento é um instrumento de esclarecimento, não regulatório, de caráter não vinculante, destinado a esclarecer dúvidas sobre a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 332/2019, que define os requisitos para uso de gorduras trans industriais em alimentos.
A publicação conta com um total de 43 perguntas e respostas. Além disso, nesta edição foram realizadas revisões das perguntas anteriores, com atualização dos links para os documentos e normas mencionadas, além da inclusão de sete novas perguntas e subsequente atualização da numeração das demais perguntas.
Os novos esclarecimentos tratam da aplicabilidade da restrição de gorduras trans industriais em óleos refinados e outros óleos modificados, dos prazos que devem ser observados pelos fabricantes de alimentos, serviços de alimentação e comerciantes para as diferentes restrições no uso de gorduras trans industriais adotadas e, ainda, da rotulagem nutricional de gorduras trans após a entrada em vigor das medidas de restrição do uso de gorduras trans industriais em alimentos.
O Instituto de Defesa do Consumidor tem dois editais abertos relacionados com o programa de alimentação saudável e sustentável:
Pesquisador/a para conduzir estudos sobre o processo regulatório de rotulagem nutricional da Anvisa, Mercosul e Codex: https://idec.org.br/vaga/pesquisadora-processo-regulatorio-e-pactuacoes-internacionais?sendto=vagas@idec.org.br
Comunicador/a para apoiar as ações de incidência nos eventos globais sobre sistemas alimentares desse ano: https://idec.org.br/vaga/profissional-de-comunicacao-para-incidencia?sendto=projetos@idec.org.br
Pesquisadores de diversas universidades públicas brasileiras se uniram na campanha Coalizão contra a fome – a ciência de mãos dadas com a cidadania, iniciativa que visa à mobilização pela emergência da fome no Brasil. Em ações realizadas pelas redes sociais, o grupo busca incentivar as pessoas a contribuírem com Organizações Não Governamentais (ONGs) que atuam no combate à fome – problema agravado durante a pandemia. A organização é da Coalizão Ciência e Sociedade, que trabalha na divulgação de informações científicas na área socioambiental, buscando subsidiar a avaliação de políticas públicas no Brasil.
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O PPGRI UFSC está fazendo 10 anos de vida em 2021 e para iniciar a comemoração dessa data muito significativa para nossa comunidade estamos organizando uma série de eventos que promovam a importância dos debates na área das Relações Internacionais, questão essencial para a construção de um país mais justo, igualitário e atuante no sistema internacional.
Acesse na íntegra.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), comunica, com pesar, o falecimento da servidora técnico-administrativa aposentada Tânia Mara Vieira, neste domingo, 18 de abril, em decorrência da Covid-19.
Tânia ingressou como servidora da UFSC em março de 1980, quando iniciou o Curso de Graduação em Nutrição da UFSC e atuou na coordenadoria desse curso até sua aposentadoria, em 2015.
Tania contribuiu com a formação de gerações de nutricionistas em Santa Catarina durante este período.

Acesso: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/campeche-led-egc-ufsc
A Plataforma Região e Redes – Caminhos para a universalização da saúde no Brasil convida você para o quinto encontro da série “O valor do SUS”.
Tema #5: O financiamento do SUS e a responsabilidade social do Estado brasileiro
Exposição: Gulnar Azevedo (UERJ e Abrasco) e Eduardo Fagnani (Unicamp).
Coordenação: Ana Luiza Viana (USP e Região e Redes).
Quando: Segunda, 19 de abril, às 14h.
Participe (YouTube): https://youtu.be/4vwd60bzsv0
Esperamos por você!
Mesmo em tempos de Covid-19, o ritmo de produção do brasileiro parece começar com força após o carnaval. Em março, as engrenagens da Agência Bori aceleraram, com a disseminação de mais estudos comparado aos meses anteriores. Praticamente dobramos a quantidade de estudos científicos divulgados em março na Bori em relação a fevereiro.
Seguimos mantendo a diversidade de assuntos, instituições e fontes na nossa curadoria de conteúdo – antecipando pautas de alimentação, meio ambiente e saúde vinculadas a instituições de pesquisa de norte a sul do país.
Os congressos brasileiros de epidemiologia estão entre os maiores eventos da área no mundo e têm contribuído de forma importante para o avanço científico nas últimas décadas, estimulando a troca de conhecimento e a discussão entre pesquisadores, gestores, profissionais, estudantes e outros atores do Sistema Único de Saúde com vistas à qualificação de pesquisas e de políticas públicas.
Diante da pandemia de Covid-19, a Comissão de Epidemiologia da Abrasco informa que o 11º Congresso Brasileiro de Epidemiologia (Epidemiologia, Democracia & Saúde: Conhecimentos e Ações para equidade – EPI2021) ocorrerá em formato virtual nos dias 18 e 19 de novembro (cursos pré-congresso) e 23 a 26 de novembro de 2021 (congresso propriamente dito).
O Instituto de Economia da Unicamp convida para a Aula Magna da Graduação com o professor José Graziano da Silva (Prof. Titular aposentado do IE Unicamp, Ex-ministro Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome, Ex-Diretor Geral da FAO).
Tema: A segurança alimentar e Nutricional na pandemia
Quando: 20 de abril, às 17h.
Link para participar: https://youtu.be/6B2I7b0nKxs
Conferência Popular por Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional convida organizações, coletivos e movimentos a assinar o Manifesto “Enfrentar a Fome com a Força das Nossas Lutas”
A fome voltou a ser realidade para milhões de brasileiros. E é preciso enfrentá-la e denunciar suas causas. O Manifesto expressa indignação com o negacionismo e a falta de compromisso do governo Bolsonaro frente à pandemia do Covid 19 e a volta da fome no país aos níveis de 2004.
Assinem aqui: https://pt.surveymonkey.com/r/ManifestoFome
Leiam o nosso manifesto: https://bit.ly/3s8Yo8e
Participem do Ato Virtual de lançamento do Manifesto no dia 16/04, às 10:00, pelo Facebook e Youtube da Conferência Popular. (https://www.facebook.com/conferenciapopularssan)
Uma recente atualização no Currículo Lattes foi anunciada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), permitindo o registro dos períodos de licença-maternidade. A versão com a modificação entrará em vigor a partir de 15 de abril deste ano.
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Convidamos para o webinário Conjunto entre os SIGs Dietética, SIG LASSAN E SIG AsSsAN sobre o tema
Com mediação de Elaine Martins Pasquim
Data: 14/04, quarta-feira
Hora: 16h (horário de Brasília)
Link de acesso: https://conferênciaweb.rnp.br/webconf/sigasssan
A simbologia de um aniversário de 10 anos nos impele, necessariamente, a olhar para trás. E este olhar pode não parecer nada agradável: mais agrotóxicos registrados, maior consumo, mais intoxicações, agrotóxicos na água, no ar, na comida, nas escolas… E nas plantações, até mesmo naquelas que deveriam ser livres de venenos. Ao vermos, depois de 10 anos, o agronegócio dominando o cenário político, nos perguntamos: “Por que lutar? Valeu a pena? Vale a pena?”
Lutamos porque é necessário. Lutamos porque é da nossa natureza!
Na medida em que a covid-19 se espalhava pelo mundo ao longo do último ano, outro perigo também se disseminava: a desinformação sobre como tratá-la. Às vezes, a desinformação é criada até mesmo em torno de ideias que contêm algum fundo de verdade — e esse pode ser o tipo de “fake news” mais difícil de combater.
É o caso da vitamina D, alvo de intensos debates sobre um potencial uso como tratamento para a covid-19.
Como se verá mais para frente nesta reportagem, o estudo original que havia mostrado um suposto sucesso da vitamina D tornou-se alvo de críticas porque não seguiu métodos robustos o suficiente para apontar para aquelas conclusões.
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Cooperativas de famílias assentadas da Reforma Agrária no Rio Grande do Sul lançaram, dia 30 de março, a marca de alimentos orgânicos ‘Terra Livre Agroecológica’. O lançamento aconteceu durante a 18ª Abertura da Colheita do Arroz Agroecológico, realizada de forma virtual pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) devido à pandemia.
A Terra Livre Agroecológica é uma iniciativa de quatro cooperativas das regiões Carbonífera, Costa Doce e Metropolitana de Porto Alegre: Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre (Cootap), de Eldorado do Sul; Cooperativa de Produção Agropecuária Nova Santa Rita (Coopan), de Nova Santa Rita; Cooperativa de Produção Agropecuária dos Assentados de Tapes (Coopat), de Tapes; e Cooperativa de Produção Agropecuária dos Assentados de Charqueadas (Copac), de Charqueadas.
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A Rede PenSSAN acaba de lançar os resultados do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar em contexto do COVID-19 no Brasil. Este foi realizado por nós com o apoio dos parceiros do Instituto Ibirapitanga, ActionAid Brasil, Oxfam Brasil e Fundação Friedrich Ebert Brasil, e execução do trabalho de campo e coleta de dados pelo Instituto Vox Populi em dezembro de 2020. O relatório está disponível em: http://olheparaafome.com.br/
Com o objetivo de analisar e enfrentar as consequências desiguais da pandemia sobre a educação e proteção de crianças e adolescentes, entidades organizadas na Frente Pela Vida lançaram, nesta semana (29/03), o manifesto “Saúde, Educação e Assistência Social em defesa da vida e da democracia”: uma resposta ao obscurantismo e à descoordenação, omissões e sabotagem que marcam a gestão da crise sanitária no Brasil.
“Estamos aqui para cobrar que o governo federal cumpra suas obrigações constitucionais, para que vidas sejam salvas, para que todos tenham acesso à educação e para que as medidas de proteção social cheguem a quem precisa” , afirmou Gulnar Azevedo, presidente da Abrasco, no evento de apresentação do documento à sociedade.
Para Geovanna Mendes, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), esta é a celebração do trabalho conjunto entre as entidades científicas das diferentes áreas, e também um ato de força e resistência: “Não há solução para a crise que não seja a construção coletiva”.
Evento: “Por uma Pós-Graduação Saudável – Conversando com os estudantes sobre sua Saúde”
Data: 05 de abril de 2021
Horário: das 9 as 11 horas
O evento será transmitido pela TV UFSC, YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=zBoRCjft3mU
A programação do evento está disponível no seguinte link: https://noticias.ufsc.br/2021/03/por-uma-pos-graduacao-saudavel-evento-promove-conversa-sobre-a-saude-dos-estudantes/
Acesse o novo número da Revista da Associação Brasileira de Nutrição (RASBRAN).
A Plataforma Região e Redes – Caminhos para a universalização da saúde no Brasil apresentar com enorme satisfação o nosso segundo encontro na série “O valor do SUS”.
Tema: A importância do SUS no combate aos efeitos da Covid-19 – Universalidade, integralidade e governança no SUS.
Expositores: José Gomes Temporão (ministro da saúde 2007-10) e Luciana Dias de Lima (Fiocruz).
Coordenação: Ana Luiza d’Ávila Viana (Região e Redes e USP).
Proposta: Vamos conversa sobre a importância da universalidade e da integralidade do Sistema Único de Saúde para o enfrentamento da Covid-19 e dos seus efeitos de médio e longo prazo. Os temas Atenção Primária à Saúde, redes de atenção, coordenação do combate à pandemia, o cuidado integrado e a importância da governança para o futuro do SUS também serão abordados.
Quando: HOJE – Segunda, 29 de março, às 14h.
Link para participar: https://youtu.be/-lj6bV1L0Ig