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Estudo sobre fármacos revela controvérsias das parcerias público-privadas
O que pode acontecer quando o Estado permite que o mercado determine a agenda de prioridades de pesquisa e desenvolvimento em saúde? Um indicativo é a situação das leishmanioses, um conjunto de doenças infecciosas, endêmicas em 98 países ou territórios, predominante em áreas mais pobres. Quem as contrai, recebe hoje o mesmo tratamento de primeira escolha da década de 1940: uma droga produzida com antimônio, um metal pesado, de alta toxicidade.
A permanência de um produto tão ultrapassado em uma indústria reconhecida por sua capacidade de inovação tecnológica não é aleatória, revela estudo de Mady Barbeitas, pós-doutoranda da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Veterinária formada pela Universidade de Brasília (UnB) e pesquisadora associada ao Centre de Recherche médecine, sciences, santé, santé mentale, société (Cermes3/ Inserm/CNRS), em Paris, na França, ela foi convidada para falar sobre o assunto em evento realizado pela Casa no início de setembro.
Confira na íntegra.
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12ª Conferência Internacional de Artes e Ciências Culinárias
A Revista MENU fornece atualizações sobre as últimas pesquisas e inovações do Instituto Paul Bocuse e compartilha pontos de vista relevantes para as artes culinárias, serviço de alimentação e hospitalidade. Oferece uma fonte multidisciplinar e aberta de informações, difundindo dados de pesquisa experimental de trabalho de campo aplicado e piloto, realizado principalmente no site do Instituto, e ajuda a distribuir comentários e trabalhos preliminares de parceiros públicos e privados do Instituto.
Confira o volume #10 com as publicações dos trabalhos apresentados na 12ª Conferência Internacional de Artes e Ciências Culinárias realizada em Lyon nos dias 2 e 3 de junho de 2022.
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Agenda estratégica de prioridades de pesquisa para a gestão da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN)
A 2ª edição da Agenda Estratégica de Prioridades de Pesquisas para a Gestão da Política Nacional de Alimentação e Nutrição é apresentada em continuidade dos esforços da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN) na geração de instrumentos para a implementação da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). O documento sumariza as prioridades de pesquisa, a partir de oito eixos temáticos, para apoiar a implementação da PNAN em diferentes níveis para subsidiar o planejamento, o monitoramento e a avaliação das ações relacionadas à alimentação e à nutrição no Sistema Único de Saúde (SUS).
Confira o documento na íntegra.
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Cuidado com os adoçantes artificiais
Pesquisadores do Instituto Weizmann, em Israel, verificaram que os substitutos do açúcar podem prejudicar o metabolismo da glicose e o microbioma – o conjunto de microrganismos – do intestino. Duas semanas após a intervenção nos grupos, os pesquisadores identificaram mudanças na composição e na função do microbioma e das pequenas moléculas que os micróbios intestinais secretam no sangue das pessoas.
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Agrotóxicos podem afetar a saúde de trabalhadores rurais
Cerca de 90% dos participantes de um estudo feito com agricultores familiares de São José do Ubá, no noroeste do Rio de Janeiro, em 2014 e 2015, apresentavam com frequência ao menos um sintoma apontado como decorrente de intoxicação aguda por agrotóxico. Os pesquisadores do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) que conduziram a investigação analisaram, além de sintomas de intoxicação aguda e crônica nessa comunidade, a saúde mental e respiratória dos 78 voluntários que participaram da pesquisa. Quase metade deles apresentava entre quatro e nove sintomas de intoxicação aguda e 25% tinham mais de quatro sintomas crônicos, como alteração do sono, irritabilidade, dificuldade de concentração e raciocínio.
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Produtos lácteos com novas fórmulas? Veja como a mudança afeta o consumidor | ND Mais
Impulsionados pela alta do leite, novos produtos lácteos têm surgido nas prateleiras dos supermercados. Apesar de possuírem rótulos e formatos de embalagens semelhantes aos derivados dos leites já conhecidos pelos consumidores, os novos produtos contam com ingredientes diferentes e até novas nomenclaturas.
De acordo com a professora do Departamento de Nutrição da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e pesquisadora do NUPPRE (Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições), Ana Carolina Fernandes, de uma forma geral, os novos produtos possuem uma semelhança: o soro de leite.
Leia na íntegra.
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Nota de repúdio ao relatório assinado pelo presidente do IPEA sobre a fome no Brasil
A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), com espanto e indignação, tomou conhecimento do documento oficial “Expansão do programa Auxílio Brasil: uma reflexão preliminar”, assinada única e exclusivamente pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Erik Alencar de Figueiredo.
Na nota questiona-se a alta prevalência da insegurança alimentar no Brasil, com base nos dados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) sobre indicadores de saúde. Apesar de organizações alertarem para o aumento da fome no Brasil, as informações do SIH não registram o avanço da desnutrição, ignorando a complexidade e a determinação social da insegurança alimentar e nutricional. Negar a atual extensão da insegurança alimentar brasileira (principalmente a do tipo grave, referente à fome), além de ignorar uma situação vista diariamente nas ruas, é negar a ciência e tentar criar uma vida imaginária que milhões de brasileiras e brasileiros, infelizmente, não vivenciam atualmente.
Leia a nota na íntegra.
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Sobre a Nota da Presidência do IPEA Nº 12
A Rede PENSSAN, que congrega pesquisadores e pesquisadoras de diversas e prestigiosas Universidades e instituições de pesquisa do Brasil e do exterior tomou conhecimento, com surpresa e incredulidade, do conteúdo da Nota da Presidência do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA) Nº 12 divulgada com algum alarde em entrevista coletiva na Casa Civil da Presidência da República em 17 de agosto de 2022.
A presente nota da Rede PENSSAN tem o intuito de contestar tais interpretações e equívocos conceituais, em respeito e solidariedade à grande parcela da população brasileira que vive grave situação de miséria e fome.
Leia o documento na íntegra.
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O Brasil não quer agrotóxicos
Enquanto o Projeto de Lei nº 1.459/2022, o PL do Veneno, avança em ritmo acelerado no Senado, há um Brasil que diz “não” aos agrotóxicos. Pesquisa inédita mostra que tramitam, em estados e municípios, 59 projetos de lei que visam reduzir o uso de agroquímicos, criar programas de incentivo à agroecologia e zonas livres de pesticidas. Surge um país oposto ao da PL do Veneno.
Leia na íntegra. -
UFSC ganha quatro menções honrosas em Prêmio Capes de Tese – Edição 2022
O Prêmio Capes de Tese reconhece os melhores trabalhos de conclusão de doutorado defendidos em programas de pós-graduação brasileiros. A Universidade Federal de Santa Catarina conquistou quatro menções honrosas no Prêmio Capes de Tese – Edição de 2022, um dos mais tradicionais da pesquisa no Brasil. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 11 de agosto, no Diário Oficial, e trazem destaque a estudos da UFSC desenvolvidos em quatro áreas do conhecimento: Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Linguística e Literatura e Nutrição. No total, 49 trabalhos foram premiados e outros 96 receberam menção honrosa.
Confira os alunos da UFSC que receberam as menções honrosas no Prêmio CAPES de Tese – Edição 2022.
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Menção honrosa no Prêmio Capes de Tese – Edição 2022
A tese “Formatos de informações sobre os açúcares na rotulagem de alimentos industrializados: estudo multimétodos do contexto brasileiro”, de Tailane Scapin, recebeu a menção honrosa no Prêmio Capes de Tese, na Edição 2022. Orientada por Rossana Pacheco da Costa Proença e coorientada por Ana Carolina Fernandes, ela avaliou as informações sobre os açúcares na rotulagem de alimentos industrializados e investigou formatos de rotulagem que sejam compreensíveis e auxiliem consumidores brasileiros nas suas escolhas alimentares.
Sua contribuição certamente será de extrema valia para o desenvolvimento e aprimoramento da área, bem como para o avanço da pós-graduação stricto sensu e do conhecimento científico de qualidade no Brasil.
O extrato com a informação do resultado foi publicado no Diário Oficial da União de 11 de agosto de 2022, Edição 152, Seção 3, Página 88. Confira a lista com os nomes dos premiados no Diário Oficial, nesse link.
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Rotulagem nutricional: novas regras entram em vigor em 75 dias
As novas regras para rotulagem de alimentos entram em vigor no dia 9 de outubro de 2022. Além de mudanças na tabela de informação e nas alegações nutricionais, a novidade será a adoção da rotulagem nutricional frontal.
Considerada a maior inovação das novas regras, a rotulagem nutricional frontal é um símbolo informativo que deve constar no painel da frente da embalagem. A ideia é esclarecer o consumidor, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde. Para tal, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar.
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Nestlé terá que adesivar tampa de compostos para diferenciar das fórmulas
Em maio deste ano, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) entrou com uma ação civil pública não somente contra a Nestlé, mas também contra a Mead Johnson Brasil e a Danone, por assemelharem rótulos e embalagens de fórmulas infantis — cuja promoção comercial é proibida ou restrita— às de compostos lácteos. O argumento da ação é o de que esse tipo de estratégia provoca confusão, engano e prejuízo, especialmente para pais, mães, cuidadores, bebês e crianças pequenas.
A Justiça de São Paulo atendeu pedido liminar do Idec contra a empresa Nestlé Brasil, por prática de promoção cruzada. Segundo a decisão judicial, no prazo de 60 dias, a empresa terá que adesivar as tampas das embalagens dos produtos Neslac Supreme, Neslac Comfor, Neslac Comfor Zero Lactose, Nestonutri e Ninho Fases 3+.
Confira o aviso que será incluído nas tampas e leia a reportagem na íntegra.
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Restaurante Universitário da UFSM serve arroz produzido por agricultores da região
No Dia do Agricultor (28/07), a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) serviu aos estudantes um tipo diferente de arroz no Restaurante Universitário (RU). Sem a adição de substâncias agressivas ao meio ambiente e fruto da agricultura familiar regional, os alunos provaram o alimento que foi produzido sem defensivos agrícolas, ou agrotóxicos. O arroz será servido no almoço e no jantar, durante o final de julho, até o início de agosto. A ação oportuniza à comunidade acadêmica experimentar o consumo de um alimento nutritivo e sustentável.
De acordo com Carla Brasil, diretora do RU, foram adquiridas cerca de três toneladas do produto. O cereal foi produzido por pequenos agricultores da região da Quarta Colônia, e vão ser servidos em torno de 400 quilos por dia.
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Pesquisa identifica agrotóxicos em alimentos
Uma pesquisa inédita revela que alimentos de origem animal consumidos todos os dias por milhares de brasileiros, como mortadela, requeijão industrializado e linguiças, contêm resíduos de agrotóxicos.
O segundo volume do estudo ‘Tem veneno nesse pacote’, realizado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), analisou 24 alimentos ultraprocessados feitos à base de carne e lácteos e constatou a presença de agrotóxicos na composição de 58% dos produtos. Foram detectados pelo menos um pesticida em todas as marcas de salsicha, hambúrguer de carne bovina e empanados de frango analisados no estudo.
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UFSC é a sexta melhor universidade da América Latina
Sete universidades brasileiras estão entre as dez melhores da América Latina, de acordo com ranking compilado pelo provedor de dados e avaliações de educação Times Higher Education (THE). Entre as 20 primeiras colocadas, 14 são brasileiras, sendo a UFSC classificada como a sexta melhor universidade da América Latina. A federal catarinense subiu 5 posições, passando do 11º lugar no ano de 2021 para o 6º lugar neste ano (2022), devido a uma melhora em diversas métricas de pesquisa, segundo o Times Higher Education (THE).
Confira a lista completa composta por 197 universidades de 13 países.
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Artigo da Abrasco no site O Globo – Saúde precisa de mais dinheiro público
Volta e meia, ideólogos do neoliberalismo requentam a vilanização do gasto público em saúde. Entre argumentos que vão de uma mítica e inata eficiência empresarial a cenários de um crescimento exponencial dos gastos e que não questionam as causas das mudanças do perfil sócio-epidemiológico do Brasil, o objetivo é sempre o mesmo: repetir que o SUS, nosso Sistema Único de Saúde, é ineficiente e que o gasto público tem de ser domado e drenado pelo setor privado. A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e a Associação Brasileira de Economia da Saúde (Abres) criaram um grupo de trabalho para propor uma nova política de financiamento do SUS.
Leia na íntegra no site da ABRASCO ou no site do jornal O Globo. -
Os preconceitos da Ciência que põem em risco vida de mulheres e negros
Pensamos na Ciência como objetiva — conclusões factuais baseadas em pesquisas, experimentos e estatísticas. Mas os experimentos científicos são concebidos por seres humanos, que são subjetivos. Isso levou a um “viés sustentado” na Ciência, com consequências para as pessoas na vida real, de acordo com Lilian Hunt, líder do programa de Igualdade, Diversidade e Inclusão da Wellcome Trust, instituição britânica de apoio à pesquisa.
Leia na íntegra como o viés na Ciência pode ter um impacto em você — dependendo do seu sexo, raça ou onde você mora. -
A jovem cientista brasileira premiada na França por pesquisas para popularizar consumo de plantas silvestres
Pernambucana Patrícia Medeiros estuda relações entre pessoas e plantas e afirma que brasileiro come poucas espécies convencionais. “Hoje nós comemos pouquíssimas coisas. No Brasil e no mundo, nossa alimentação é baseada em poucas espécies convencionais. Isso é muito negativo do ponto de vista nutricional. Se conseguirmos fazer novos alimentos chegarem à mesa das pessoas, teremos uma diversificação de nutrientes e de opções alimentares”, diz à BBC News Brasil a etnobióloga pernambucana Patrícia Medeiros, que acaba de receber em Paris um importante prêmio científico internacional por suas pesquisas que visam popularizar o consumo de plantas silvestres para diversificar a dieta dos brasileiros.
Leia na íntegra. -
REALI Notícia nº 36/2022 – OMS chama consultores para banco de dados de micronutrientes
A Unidade de Monitoramento do Estado Nutricional e Eventos de Segurança Alimentar (MNF), dentro do Departamento de Nutrição e Segurança Alimentar da OMS, está procurando contratar um consultor para inserir, revisar e corrigir dados sobre o status de micronutrientes das populações no banco de dados de micronutrientes. O consultor trabalhará com um funcionário da OMS responsável pelo banco de dados de micronutrientes.
O objetivo geral do projeto é garantir que o Banco de Dados de Micronutrientes da OMS esteja atualizado com relação ao status de micronutrientes das populações, a fim de fornecer aos Estados Membros e parceiros avaliações nacionais, regionais e globais atualizadas da magnitude da desnutrição de micronutrientes.
Os interessados deverão acessar o site da OMS, através desse link, o qual contém todos os requisitos necessários para o cargo e demais informações pertinentes sobre o assunto.
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Consumers’ Response to Sugar Label Formats in Packaged Foods: A Multi-Methods Study in Brazil
Artigo oriundo da tese de doutorado de Tailane Scapin, desenvolvida no NUPPRE, avaliou o efeito da exposição a diferentes rótulos de açúcar na compreensão dos consumidores sobre o teor de açúcar dos alimentos e suas escolhas alimentares.
Confira na integra.
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Aditivos alimentares têm risco potencial à saúde das crianças
Em recente estudo publicado na Revista de Saúde Pública acerca do consumo de aditivos alimentares na infância (Aditivos alimentares na infância: uma revisão sobre consumo e consequências à saúde), é apontado que os aditivos comumente usados não costumam ser avaliados em conjunto, ou seja, cada pesquisa examina um tipo de aditivo separadamente. Logo, com as evidências científicas disponíveis, ainda não existe conhecimento sobre os efeitos à saúde, decorrentes do consumo diário de alimentos que tenham dois ou mais aditivos diferentes que interagem entre si e com os outros componentes do alimento industrializado.
Apesar disso, é com base nos poucos estudos existentes que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), agência reguladora ligada ao Ministério da Saúde, que atua com base nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), decide quais aditivos podem ser usados nos alimentos e qual quantidade é segura para consumo humano.
Leia na íntegra a notícia baseada em estudo do NUPPRE.
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A fome avança no Brasil e atinge 33,1 milhões de pessoas
A escalada da fome que presenciamos diariamente nas ruas e nas notícias é também percebida pelos números. São 33,1 milhões de brasileiros em situação de fome e mais da metade da população brasileira (58,7%) convive com a insegurança alimentar em algum grau.
Regredimos para um patamar equivalente ao da década de 1990. A situação é urgente.
Conheça e compartilhe o relatório da Rede PENSSAN, apoie essa mobilização por mudanças.
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II VIGISAN
Em vista da grande relevância do momento em que serão apresentados e debatidos os resultados do II Inquérito Nacional de Insegurança Alimentar no Brasil – II VIGISAN, a Rede PENSSAN decidiu oferecer acesso aberto e isento de inscrição à mesa do V ENPSSAN quando ocorrerá essa apresentação, nesta quarta-feira, dia 08/06, a partir de 09h. O acesso se fará através do Youtube da Rede PENSSAN: https://www.youtube.com/watch?v=4qxRjPxpqqo
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Com escalada de fome no Brasil, governo destrói programa alimentar
Ao mesmo tempo em que a fome atingiu patamares recordes no Brasil, com fila de pessoas em busca de osso para comer, o governo federal destruiu e praticamente zerou o orçamento do principal programa de aquisição de alimentos da agricultura familiar. Intitulada Alimenta Brasil, a ação é voltada para a compra da produção agrícola de famílias e doação de comida para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Sem recurso, cooperativas encerraram suas atividades e projetos assistenciais reduziram a qualidade da comida oferecida para famílias carentes, crianças em creches e idosos em acolhimento.
Leia na íntegra.
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Feijão contaminado: alimento tem agrotóxico proibido ou fora do limite em teste do governo
Um dos principais alimentos do cotidiano dos brasileiros — o feijão — tem resíduos de agrotóxicos proibidos ou acima do limite permitido. É o que aponta pesquisa realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa): 89% das amostras de feijão-de-corda e 32% de feijão comum, coletadas em 2019, não estavam em conformidade. O feijão-de-corda, também conhecido como feijão caupi, é usado em saladas e pratos como baião de dois.
Leia na íntegra.
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WHO EUROPEAN REGIONAL OBESITY REPORT 2022
Compartilhamos o relatório sobre obesidade na Europa lançado ontem pela OMS e parabenizamos Tailane Scapin, egressa de doutorado e membro do Nuppre, que participou como coautora no Chapter 3 – Obesogenic environments, como parte da equipe do Global Obesity Centre, Institute for Health Transformation, Deakin University, Austrália, onde faz pós-doutorado.