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Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições lança canal de vídeos
O Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições divulga (Nuppre) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) inaugurou um canal de vídeos no Youtube. Em poucos dias, já foram postados dezenas de vídeos sobre as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelo Núcleo, que este ano comemora 15 anos de funcionamento.
Acesse o canal de vídeos do Nuppre
O Nuppre foi criado em maio de 2006, permanecendo integrado até 2011 à grande linha de pesquisa Diagnóstico e Intervenção Nutricional em Coletividades, inserida no Grupo de pesquisa Nutrição e Saúde, fundado pelo Departamento de Nutrição da UFSC (NTR) em 1992. A partir de 2012, o NUPPRE passou a contar com linha de pesquisa própria no grupo Nutrição e Saúde, denominada Nutrição em Produção de Refeições e Comportamento Alimentar.
Os pesquisadores docentes do Núcleo são professores do Departamento de Nutrição da UFSC, orientadores do Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN/UFSC, níveis Mestrado e Doutorado), bem como docentes parceiros da UFSC e de outras instituições, nacionais e internacionais. Os pesquisadores discentes vêm de ambos os níveis de pós-graduação stricto-senso.
Além das funções administrativas que os pesquisadores do Nuppre vêm desenvolvendo, as atividades de docência e pesquisa têm colaborado com a consolidação do PPGN/UFSC e contribuído na atuação dos nutricionistas no setor de Nutrição em produção de refeições, através de pesquisas de ponta, docência, cursos e publicações.
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Dr Raul Manhães de Castro fala sobre o reconhecimento da Área da Nutrição pelo CNPQ
*Nutrição: o reconhecimento de uma ciência*
Raul Manhães de Castro
Professor Emérito da Universidade Federal de Pernambuco
Professor Titular Aposentado do Departamento de Nutrição*Uma conquista histórica e epistemológica*
Há conquistas institucionais que ultrapassam a dimensão administrativa. Elas representam o momento em que uma comunidade científica consegue fazer coincidir aquilo que já é na realidade com o lugar que passa a ocupar formalmente na organização da ciência. O reconhecimento da Nutrição como área própria na árvore do conhecimento do CNPq e a constituição de um espaço de assessoramento específico pertencem, a meu ver, a essa categoria. Depois de uma longa caminhada, CAPES e CNPq passam a reconhecer institucionalmente algo que a história da ciência brasileira já demonstrava: a Nutrição constitui um campo científico com identidade própria.
Não se trata de uma vitória contra a Saúde Coletiva, a Medicina, a Fisiologia, a Bioquímica, a Ciência dos Alimentos ou qualquer outra área com a qual mantemos relações profundas. Ao contrário: a Nutrição nasceu e cresceu precisamente nessas fronteiras. Mas uma ciência pode ser profundamente interdisciplinar sem deixar de possuir identidade. Talvez esteja aí o fundamento epistemológico mais importante dessa conquista.
*O alimento, o corpo e a sociedade*
A Nutrição ocupa uma posição singular entre as ciências porque seu objeto atravessa diferentes níveis de organização da realidade. Investiga nutrientes e moléculas, células, tecidos, metabolismo e fisiologia, mas não termina no organismo. Investiga o indivíduo, mas precisa compreender a família, a comunidade e a população. Investiga o alimento e, inevitavelmente, encontra a agricultura, a indústria, a cultura, a economia, o ambiente, as desigualdades, as políticas públicas e as relações de poder.
Seu objeto científico encontra-se justamente nas relações entre alimento, organismo, ambiente e sociedade. Por isso, reduzi-la à Medicina, à Bioquímica, à Fisiologia, à Saúde Coletiva ou à Ciência e Tecnologia de Alimentos seria tomar uma parte pelo todo. A Nutrição construiu sua identidade porque nenhuma dessas disciplinas, isoladamente, consegue responder às perguntas que ela formula. Isso não representa fragilidade epistemológica. Representa sua complexidade.
*Uma ciência construída durante séculos*
A história dessa ciência é muito anterior ao aparecimento da palavra Nutrição como designação de um campo acadêmico organizado. Quando Lavoisier, no final do século XVIII, relacionou respiração, produção de calor e metabolismo, começou a retirar a alimentação do domínio predominantemente empírico e a inseri-la na ciência experimental. Durante o século XIX, os avanços da química e da fisiologia permitiram compreender progressivamente proteínas, gorduras, carboidratos e o metabolismo energético. Claude Bernard e a fisiologia experimental ajudaram a construir uma nova maneira de pensar a relação entre organismo e meio.
No início do século XX, a descoberta das vitaminas mostrou algo extraordinário: pequenas quantidades de determinadas substâncias poderiam decidir entre saúde e doença e, em determinadas circunstâncias, entre vida e morte. Mas a Nutrição não permaneceu como ciência dos nutrientes. Tornou-se cada vez mais evidente que compreender a alimentação humana exigia compreender também o mundo no qual os seres humanos produzem, distribuem, escolhem e consomem seus alimentos. É nesse ponto que a contribuição brasileira adquire uma dimensão extraordinária.
*Josué de Castro e uma ruptura no pensamento sobre a fome*
Poucos intelectuais brasileiros compreenderam isso tão profundamente quanto Josué de Castro. Com Geografia da Fome, em 1946, e Geopolítica da Fome, em 1951, ele ajudou a realizar uma transformação epistemológica fundamental. A fome deixava de ser interpretada simplesmente como consequência inevitável da natureza, do clima, da insuficiência de alimentos ou de alguma fatalidade histórica. Passava a ser compreendida também como produto da organização das sociedades. Renda, terra, trabalho, produção, distribuição de alimentos, desigualdade e poder entravam definitivamente na explicação do fenômeno nutricional.
Isso mudou a pergunta. Já não bastava saber o que a ausência de determinado nutriente provoca no organismo. Era necessário perguntar também por que determinados grupos humanos não têm acesso aos alimentos de que necessitam. Essas duas perguntas pertencem à Nutrição. E sua coexistência revela a extraordinária amplitude epistemológica da área.
*Pernambuco e a construção de uma escola de Nutrição*
Essa história tem para nós, pernambucanos, um significado ainda mais particular. Em 1956, Nelson Ferreira de Castro Chaves criou, na então Universidade do Recife, o Instituto de Fisiologia e Nutrição. Em 1957, surgiu o Curso de Nutricionistas. Ali se consolidaria uma escola científica marcada pela capacidade de transitar entre diferentes níveis do fenômeno nutricional.
Nelson Chaves, meu queridíssimo professor, compreendeu que a desnutrição nordestina precisava ser investigada simultaneamente como fenômeno fisiológico, experimental, clínico e populacional. Ao seu redor formaram-se pesquisadores que dariam contribuições fundamentais à Nutrição brasileira. Naíde Teodósio, minha saudosa chefe e inspiração, aprofundou uma tradição de Fisiologia da Nutrição e de investigação experimental que antecipava perguntas que décadas depois reapareceriam sob novas linguagens: plasticidade fenotípica, programação do desenvolvimento, relações entre ambiente precoce e consequências tardias sobre a saúde. Malaquias Batista Filho, meu antigo colega de Departamento, ajudaria a construir outra vertente dessa tradição, relacionando epidemiologia nutricional, condições sociais, transição nutricional e políticas públicas.
Essas trajetórias não representam Nutrições diferentes. Representam diferentes escalas de observação do mesmo fenômeno. Da molécula à sociedade. Da célula à população. Do metabolismo à política pública.
*A Nutrição muda porque o mundo muda*
Talvez poucas áreas tenham sido obrigadas a transformar tão profundamente suas perguntas em apenas algumas décadas. Durante grande parte do século XX, o enfrentamento da fome, da desnutrição energético-proteica e das deficiências de nutrientes ocupou posição central. Esses problemas não desapareceram, mas a eles se acrescentaram obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas relacionadas à alimentação. Passamos a conviver com uma realidade aparentemente contraditória: carência e excesso podem coexistir numa mesma sociedade, numa mesma família e até no mesmo indivíduo. A fome mudou de rosto. E a Nutrição precisou mudar suas perguntas.
Hoje estudamos microbiota, metabolismo, nutrigenômica, epigenética, comportamento alimentar, epidemiologia nutricional, obesidade, segurança alimentar, processamento dos alimentos, sistemas alimentares, sustentabilidade, desigualdades e políticas públicas. A perspectiva das Origens Desenvolvimentistas da Saúde e da Doença — DOHaD — reforçou algo que a tradição experimental da Nutrição já ajudava a revelar: exposições nutricionais em períodos críticos do desenvolvimento podem produzir consequências biológicas que somente se manifestarão muitos anos depois.
O alimento possui, portanto, uma história. E o corpo também. Aquilo que acontece durante a gestação, a lactação, a infância e outros períodos sensíveis pode permanecer biologicamente inscrito no organismo. A Nutrição passou, assim, a estudar não apenas diferentes escalas do espaço — molécula, célula, organismo, população e sociedade —, mas também diferentes escalas do tempo.
*Uma ciência que não cabe numa única ciência*
Sua autonomia científica não deve ser confundida com isolamento disciplinar. A Nutrição necessita da Bioquímica, da Fisiologia, da Medicina, da Epidemiologia, das Ciências Sociais, da Economia, da Ciência dos Alimentos, da Agricultura e das Ciências Ambientais. Necessitar dessas ciências, porém, não significa pertencer integralmente a nenhuma delas.
Interdisciplinaridade não é ausência de identidade. Ao contrário: relações interdisciplinares verdadeiramente fecundas dependem de campos capazes de reconhecer seus objetos, suas perguntas e suas tradições. A autonomia da Nutrição não empobrece suas interfaces. Fortalece-as.
*Da construção científica ao reconhecimento institucional*
No Brasil, o desenvolvimento institucional acompanhou, nem sempre na mesma velocidade, esse amadurecimento científico. A pós-graduação teve papel decisivo. Programas foram criados, mestres e doutores foram formados, grupos de pesquisa se multiplicaram e uma comunidade nacional de pesquisadores adquiriu massa crítica. A organização do Fórum Nacional de Coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Alimentação e Nutrição foi parte importante desse processo. Tive a felicidade de participar dessa história e de coordenar, no Recife, seu segundo encontro.
A mobilização produziu uma conquista fundamental: em 2011, a CAPES criou a Área de Nutrição. Aquilo representou muito mais que uma reorganização burocrática. Significava reconhecer que a pós-graduação brasileira em Nutrição havia alcançado desenvolvimento suficiente para possuir critérios de avaliação, representação e planejamento adequados às características de sua comunidade científica.
Mas permanecia uma assimetria. Enquanto a CAPES reconhecia a autonomia da área, no CNPq a Nutrição continuava compartilhando o Comitê de Assessoramento com a Saúde Coletiva. Essa convivência produziu aprendizado e colaboração. As duas áreas possuem interfaces profundas: epidemiologia nutricional, segurança alimentar e nutricional, desigualdades, políticas públicas, promoção da saúde e sistemas alimentares são territórios de diálogo permanente. Colegas de ambas trabalharam para construir critérios capazes de respeitar tradições científicas distintas. E a própria experiência tornou evidente uma questão fundamental: dialogar não significa ser a mesma área. Reconhecer a identidade de uma não diminui a outra.
*Uma conquista coletiva*
A conquista agora alcançada no CNPq encerra uma etapa histórica e inicia outra. O reconhecimento da Nutrição como área própria na árvore do conhecimento e a existência de representação específica significam que as duas principais instituições brasileiras de avaliação, formação e fomento científico passam a reconhecer a identidade que nossa comunidade construiu ao longo de décadas.
Não recebemos uma identidade. Construímos uma identidade e conseguimos que ela fosse reconhecida. Há uma diferença enorme entre essas duas coisas.
Essa conquista pertence a muitas gerações. Aos pioneiros que investigaram a fome e a desnutrição quando esses problemas ainda eram frequentemente naturalizados. Aos que construíram cursos de graduação e pós-graduação, criaram laboratórios, organizaram sociedades científicas e fóruns, e desenvolveram as múltiplas vertentes que hoje constituem nosso campo. Pertence também aos colegas da Saúde Coletiva que compreenderam que autonomia institucional não significa divórcio intelectual. E pertence especialmente aos mais jovens, porque serão eles que darão conteúdo ao espaço que nossa geração ajudou a conquistar.
*A árvore e os galhos*
Talvez a própria metáfora da árvore do conhecimento possa finalmente ser tomada a sério. Uma árvore cresce porque se ramifica. Um novo galho não precisa negar o tronco do qual nasceu, nem competir com os outros galhos para justificar sua existência. Ele surge porque houve diferenciação, crescimento e maturação.
A história das ciências é também a história dessas diferenciações. A Fisiologia separou-se progressivamente de uma Medicina mais geral. A Bioquímica nasceu na fronteira entre Biologia e Química. A Saúde Coletiva brasileira construiu identidade própria a partir de múltiplas tradições. A Nutrição percorreu processo semelhante. Nasceu em muitas fronteiras, cresceu dialogando com muitas ciências e desenvolveu uma maneira própria de olhar para um dos fenômenos mais elementares e, paradoxalmente, mais complexos da existência: o ato de alimentar-se.
Comemos moléculas, mas não comemos apenas moléculas. Comemos alimentos. Comemos cultura. Comemos aquilo que nossa renda permite, aquilo que nossa terra produz e aquilo que o sistema alimentar disponibiliza. Comemos segundo nossa história, nossas relações sociais e nossas condições de vida. E aquilo que comemos transforma nosso organismo, participa de nosso desenvolvimento, modifica riscos futuros de doença e pode deixar marcas que atravessam grande parte da vida.
Poucos objetos científicos exigem simultaneamente tantos níveis de compreensão. É por isso que a Nutrição é, por natureza, plural. E é precisamente por ser plural que necessita de identidade.
*Não é o fim de uma luta*
Depois de tantos anos envolvidos nessa discussão, poderíamos imaginar que a criação de uma área própria e de seu espaço de assessoramento representa um ponto final. Não representa. Instituições reconhecem campos científicos, mas são as comunidades científicas que lhes dão vida.
A partir de agora aumenta nossa responsabilidade. Precisaremos construir critérios de avaliação que respeitem a diversidade interna da Nutrição; evitar que uma de suas vertentes se apresente como se representasse o todo; reconhecer a excelência experimental, clínica, epidemiológica e social; preservar a interlocução com a Saúde Coletiva e com as demais áreas parceiras; formar novas gerações; e compreender as perguntas que inevitavelmente surgirão.
Talvez seja essa a parte mais bonita desta conquista. Durante muito tempo lutamos para que reconhecessem que existíamos como área. Agora precisaremos demonstrar, todos os dias, o que significa existir como área.
Aos 70 anos, depois de uma vida vivida entre a Medicina, a Fisiologia e a Nutrição, vejo essa conquista também com a perspectiva de quem recebeu uma herança e procurou, à sua maneira, transmiti-la. Conheci alguns dos que vieram antes. Fui aluno de alguns deles. Trabalhei com outros. Vi estudantes tornarem-se mestres, doutores, professores e orientadores. E hoje vejo outra geração assumir a tarefa de levar essa história adiante.
Por isso, talvez a palavra mais adequada não seja vitória. É legado.
De Josué de Castro a Nelson Chaves. De Naíde Teodósio a tantas mulheres e homens que construíram silenciosamente laboratórios, cursos, programas e grupos de pesquisa. Dos pioneiros aos estudantes que hoje começam sua iniciação científica. Da fome estudada no Nordeste dos anos 1950 aos desafios contemporâneos dos sistemas alimentares, da obesidade, das doenças crônicas, da sustentabilidade e das desigualdades.
Há um fio atravessando tudo isso. Mudaram as perguntas. Mudaram os métodos. Mudaram os instrumentos. Mudou o Brasil. Mudou a própria Nutrição. Mas permaneceu uma questão fundamental: como o alimento, o ambiente e a sociedade se inscrevem no corpo humano — e como o conhecimento produzido sobre essa relação pode contribuir para uma vida melhor?
É em torno dessa pergunta, continuamente reformulada, que uma comunidade científica se formou. É por causa dela que a Nutrição não pode ser reduzida a nenhuma das disciplinas que a constituíram. E é por tudo isso que sua presença própria na organização da ciência brasileira não representa uma concessão. Representa o reconhecimento institucional de uma realidade científica construída por gerações.
A árvore do conhecimento finalmente reconhece um de seus galhos. Cabe agora às novas gerações fazê-lo crescer.
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Profª Ana Carolina Fernandes comenta sobre artigos científicos nas temáticas de medicina culinária e associação entre gorduras saturadas e doenças cardiovasculares
Artigo: The prescriptive whiteness of culinary medicine: Reinforcing medical authority through epistemic erasure
Health (United Kingdom) 2026, https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/13634593261457575
Ana Carolina Fernandes: O artigo critica a medicina culinária (MC) como um modelo apresentado por lideranças médicas como inovador e interdisciplinar para tratar o papel da alimentação e nutrição no cuidado clínico. No entanto, sua ascensão institucional recentraliza a autoridade médica e apaga saberes que já embasam a conduta dietética por mais de 100 anos (geralmente feito por mulheres). A MC é analisada como um caso de domínio médico, mostrando como hierarquias profissionais e institucionais definem quais conhecimentos são considerados legítimos. Ao se apresentar como novidade, a MC reclassifica origens, conhecimentos e expertises sob instituições dominadas por homens e médicos, desvalorizando a nutrição e dietética.)Artigo: The Limited Evidence for Reducing Saturated Fat Intake for Cardiovascular Disease: A Commentary on the Cochrane Collaboration Review – Theo Mbay, MS, Nutrition Reviews, nuag130, https://doi.org/10.1093/nutrit/nuag130
Ana Carolina Fernandes: O comentário contesta a conclusão da famosa revisão da Cochrane de 2020, de que trocar gordura saturada por poli-insaturada ou carboidrato reduz risco de doenças cardiovasculares em 17%, argumentando que as evidências são limitadas devido à perda de peso simultânea e melhorias na alimentação do grupo intervenção por adição de frutas, legumes e verduras. -
CONVITE: Disciplina de Práticas Metodológicas de Preparação ao Doutorado Sanduíche

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A Culpa é da Ciência #016 — É a ciência que faz o dado falar | BORI
Confira algumas das pesquisas científicas divulgadas pela Bori para a imprensa brasileira no último mês clicando aqui
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Você tem o direito de saber o que come: e-book gratuito registra a história dos rótulos | Jornal USP
Você tem o direito de saber o que come: e-book gratuito registra a história dos rótulos
Organizado por pesquisadora da USP e representantes do Instituto de Defesa de Consumidores, livro narra acontecimentos que levaram à aprovação da Rotulagem Nutricional Frontal (RNF) no Brasil
Acesse aqui
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Projeto da UFSC conecta produtores orgânicos a consumidores na Grande Florianópolis | Notícias da UFSC
Já pensou em receber todas as semanas uma cesta de alimentos frescos e de qualidade, sem agrotóxicos, e por um preço acessível? Essa é a proposta das Células de Consumidores Responsáveis (CCR), um projeto do Laboratório de Comercialização da Agricultura Familiar (Lacaf) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desenvolvido com o objetivo de fortalecer os circuitos curtos de comercialização na região da Grande Florianópolis por meio da venda direta de alimentos orgânicos e agroecológicos e da educação para o consumo responsável.
Saiba mais clicando aqui.
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Universitários reduzem doces e refrigerantes, mas consumo insuficiente de frutas e feijão revela desigualdade social | Agência BORI
Highlights
- Entre 2013 e 2019, universitários reduziram consumo de refrigerantes, doces e sedentarismo, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde
- Já o consumo de frutas, hortaliças e feijão segue abaixo do recomendado, sobretudo entre estudantes negros e indígenas, mulheres e quem trabalha
- Os achados podem orientar políticas públicas e ações nas universidades, como assistência estudantil e restaurantes universitários
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Exame de qualificação de mestrado | Emanuella Cunha da Rosa
Convidamos para o exame de qualificação da mestranda Emanuella Cunha da Rosa: “Comparação da declaração de gorduras trans nos rótulos dos alimentos industrializados comercializados no Brasil antes e depois da regulamentação nacional de eliminação de gordura vegetal parcialmente hidrogenada”, que ocorrerá dia 11/03/2026, às 14h.
Transmissão pelo Youtube.

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Materiais da Série The Lancet sobre Alimentos Ultraprocessados e Saúde Humana
A Série The Lancet sobre Alimentos Ultraprocessados e Saúde Humana já está disponível para leitura e compartilhamento. Reunindo pesquisadores do Brasil e de diversos países, os três artigos apresentam as evidências mais atualizadas sobre os impactos dos ultraprocessados na saúde, na economia e na sustentabilidade, além de apontar caminhos de política pública para enfrentar esse desafio global.
Leia na íntegra.
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Defesa de tese de doutorado | Marina Padovan Luiz
Convidamos para a defesa de tese da doutoranda Marina Padovan Luiz: “Açúcares livres oriundos de frutas declarados em rótulos de alimentos no Brasil: estudo multimétodos”, que ocorrerá dia 31/10/2025, às 14h.
Transmissão pelo Youtube.

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Quando o lucro vale mais que a comida: relatório da ONU expõe concentração corporativa | IFZ
O novo relatório do Relator Especial da ONU para o Direito à Alimentação, Michael Fakhri, apresentado à Assembleia Geral em julho de 2025, denuncia a crescente concentração de poder corporativo nos sistemas alimentares globais. O documento mostra que um punhado de empresas transnacionais domina setores-chave como sementes, fertilizantes, pesticidas e máquinas agrícolas, moldando não apenas o que se planta e como se produz, mas também os preços, as condições de trabalho e até as políticas públicas.
Leia na íntegra.
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WWF-Brasil | Uso de agrotóxicos no Brasil dobrou entre 2010 e 2021
Livro lançado em 2023 mostra que em 2021, os 26 países da União Europeia exportaram para todo o planeta um volume de quase 2 milhões de toneladas de agrotóxicos, somando 14,42 bilhões de euros. Para o Mercosul seguiram mais de 6,84 mil toneladas de agrotóxicos proibidos em território europeu. No Brasil, os campeões em vendas – mancozebe, atrazina, acefato, clorotalonil e clorpirifós – também são proibidos na Europa.
Leia na íntegra.
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Aula aberta disciplina práticas Metodológicas de Preparação ao Doutorado Sanduíche

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Seminário de Boas Praticas em Pesquisa e Integridade Científica – PPGN – UFSC – 2025

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BBC News Brasil | Entrevista com nutricionista Marion Nestle
‘Indústria de alimentos adotou os métodos da indústria tabagista de semear dúvidas sobre pesquisas e recrutar influenciadores’
Leia na íntegra.
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Publicação científica: Assessing Nutritional Composition and Ingredients of Packaged Foods in Brazil: An In-store Census Method for Creating a Comprehensive Food Label Database
Artigo oriundo do estágio pós doutoral da Dra Mariana Vieira dos Santos Kraemer, sob orientação da prof Rossana Pacheco da Costa Proença, foi publicado no periódico Frontiers in Nutrition.
Leia na íntegra.
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Pesquisa FAPESP | Revistas científicas sob artilharia pesada: Periódicos norte-americanos sofrem com cortes de verbas e ameaças do governo federal
Leia a notícia na íntegra no site da Revista Pesquisa FAPESP.
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Resultado preliminar da chamada de Bolsas de Produtividade 2024
Resultado preliminar indica expansão, com mais de 1.000 bolsas além do previsto e novos bolsistas. Dos 6.037 aprovados, 1.555 são bolsistas contemplados pela primeira vez – o equivalente a 25% do total.
Professora Rossana Pacheco da Costa Proença, líder do NUPPRE, foi uma das pesquisadoras contempladas.
Leia na íntegra.
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Professora Ana Carolina Fernandes, vice-líder do NUPPRE, participou da Coletiva Bori – Desvendando os aditivos alimentares: o que estamos consumindo?
A Agência Bori reuniu, no dia 9 de maio, especialistas e jornalistas para uma conversa aprofundada e baseada em evidências sobre aditivos alimentares. O evento contou com apoio do Instituto Ibirapitanga e atraiu profissionais de veículos como UOL, TV Brasil, Deutsche Welle, Agência Pública e O Joio e O Trigo.
O debate deixou claro: há evidências robustas sobre os processos de segurança dos aditivos, mas também muitas lacunas que precisam ser enfrentadas com mais pesquisa, transparência e vigilância. Para os 19 jornalistas presentes, a coletiva foi uma oportunidade de se aprofundar em um tema de saúde pública com múltiplas camadas — que vão da toxicologia à política regulatória, passando por interesses da indústria e direitos do consumidor.
Leia na íntegra.
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Agência FIOCRUZ de Notícias | OMS aprova regulamentação do marketing digital de substitutos do leite materno
Após anos de estudos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em colaboração com organizações internacionais, foi aprovada nesta segunda-feira (26/5), pela 78ª Assembleia Mundial da Saúde, a Resolução sobre a Regulamentação do Marketing Digital de Substitutos do Leite Materno. A proposta, liderada pelo governo do Brasil, que é referência na área, com co-patrocínio da Noruega e do México, visa atualizar o Código Internacional do Marketing e Comercialização de Substitutos do Leite Materno, que existe há 44 anos, para incluir diretrizes específicas de vigilância e controle do marketing em ambientes digitais. A apresentação da proposta foi feita pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Aprovada pelos países-membros das Nações Unidas, a regulação do marketing digital desses produtos será adotada como parâmetro por todos os países. A Fiocruz colaborou com a revisão da proposta de resolução.
Leia o restante da notícia no link.
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Ebook: Diálogos E Convergências entre Alimentação Coletiva & Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva
O lançamento do livro Diálogos e convergências entre Alimentação Coletiva & Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva, organizado por Inês Rugani Ribeiro de Castro, Daniela Silva Canella e Cláudia Roberta Bocca Santos vem para atender à grande demanda das nutricionistas e estudantes de nutrição por referências, tanto teóricas quantos práticas, sobre alimentação coletiva e seu diálogo com as outras áreas da nutrição.
Disponível gratuitamente no link.
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PROTESTO EM VEVEY: MAIS DE 100.000 ASSINATURAS CONTRA O DUPLO PADRÃO DA NESTLÉ SOBRE AÇÚCAR ADICIONADO EM ALIMENTOS PARA BEBÊS
105.000 pessoas assinaram uma petição pedindo à Nestlé que pare de adicionar açúcar aos seus produtos de alimentos para bebês comercializados em países de baixa renda. Ela foi entregue hoje (01/10/24) na sede da multinacional em Vevey, onde as ONGs Public Eye, IBFAN e EKO despejaram o equivalente simbólico de 10 milhões de cubos de açúcar, representando o açúcar adicionado consumido diariamente por bebês alimentados com cereais Cerelac. Na Suíça, esses produtos são vendidos sem adição de açúcar. A principal corporação de alimentos para bebês deve pôr fim a esse duplo padrão prejudicial.
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Webinars gratuitos: dominando a publicação em acesso aberto e estratégias de escrita
Dominando a Publicação de Pesquisas em Acesso Aberto: Navegando por Siglas, Periódicos Predatórios, IA e Serviços para Autores – 10h BRT, quinta-feira, 22 de maio de 2025
Palestrante: Ana Vanessa Almeida
Inscrições clique aqui
Práticas recomendadas e erros a evitar na redação de um artigo e durante a submissão – 14h BRT, terça-feira, 27 de maio de 2025Palestrante: Diogo Borges
Inscrições clique aqui -
Publicação científica: Do researchers use the list of ingredients to analyze the health and nutritional properties of packaged foods? A scoping review
Artigo oriundo do estágio pós doutoral da Dra Mariana Vieira dos Santos Kraemer, sob orientação da prof Rossana Pacheco da Costa Proença, foi publicado no periódico Academia Nutrition and Dietetics.
Leia na íntegra.
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Publicação científica: Sustained impact of a culinary intervention with university students: a multimethod approach
Artigo oriundo da iniciação científica da aluna de graduação Luiza Lemos Jorge, sob orientação da prof Greyce Luci Bernardo, foi publicado no periódico Academia Nutrition and Dietetics.
Leia na íntegra.
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Vice líder do NUPPRE conquista o prêmio Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência 4ª Edição
Vice líder do NUPPRE, Dra. Ana Carolina Fernandes, conquista o prêmio Prêmio Propesq – Mulheres na Ciência 4ª Edição, na área do conhecimento vida, categoria júnior.
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Revista Galileu | Fast food do império romano viraliza nas redes: “a versão antiga do McDonald’s”
Estabelecimentos da Roma Antiga anteciparam o conceito moderno de fast-food, com um cardápio que contava até com hambúrgueres de carne de porco.
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Publicação científica: Declaration of Sweeteners on Food Labels: A Scoping Review of Methodological Issues and Prevalence
Artigo oriundo da tese da doutoranda Elisa Milano Peixoto, sob orientação da prof Rossana Pacheco da Costa Proença e coorientação da prof Ana Paula Gines Geraldo, foi publicado no periódico Nutrition Reviews.
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Estudo da UFSC revela ambiguidade do termo ‘Clean Label’ em alimentos industrializados
Matéria publicada no site da Universidade Federal de Santa Catarina a respeito da dissertação de mestrado da pesquisadora Laura Volpato.
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Margarina: isenta de impostos e pronta para sentar à mesa | O Joio e o Trigo
Reportagem com participação de Ana Carolina Fernandes, pesquisadora do NUPPRE.
