10 MITOS SOBRE A UNIVERSIDADE PÚBLICA NO BRASIL
MITO 1: O BRASIL GASTA DEMAIS EM EDUCAÇÃO
MITO 2: O FOCO DOS INVESTIMENTOS EM EDUCAÇÃO DEVE ESTAR NO ENSINO BÁSICO
MITO 3: AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS GASTAM MUITO E PRODUZEM POUCO
MITO 4: AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS SÃO DIRIGIDAS POR MILITANTES DA ESQUERDA
MITO 5: AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS SÃO CENTROS DE PROPAGAÇÃO DE IDEOLOGIAS DE ESQUERDA, COMO A IDEOLOGIA DOS DIREITOS HUMANOS
MITO 6: O ENSINO PÚBLICO NO BRASIL TEM BAIXA QUALIDADE PORQUE OS PROFESSORES SÃO DOUTRINADORES
MITO 7: AS COTAS SOCIAIS E RACIAIS SÃO INJUSTAS PORQUE TIRAM VAGAS DAS PESSOAS QUE NÃO SE ENCAIXAM NESSES CRITÉRIOS
MITO 8: É A ELITE QUE FREQUENTA AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS. SÃO PESSOAS QUE PODEM PAGAR MENSALIDADE PARA AUMENTAR O ORÇAMENTO DESSAS INSTITUIÇÕES
MITO 9: A UNIVERSIDADE NÃO DEVE SER PARA TODOS
MITO 10: MEDIDAS COMO A LAVA-JATO DA EDUCAÇÃO SÃO NECESSÁRIAS PORQUE HÁ MUITA CORRUPÇÃO NAS UNIVERSIDADES
Leia em: https://observatoriodoconhecimento.org.br/10-mitos/
O uso crescente de imagens no lugar da palavra escrita, que deu força à criação de canais de vídeo no YouTube em prejuízo dos blogs da internet, começa a se refletir também na comunicação científica. Surgiram nos últimos anos diversas revistas acadêmicas que publicam videoartigos, papers que, além de texto e eventuais fotos e gráficos, são acompanhados de vídeos demonstrando, em geral, detalhes de procedimentos realizados no estudo. Títulos publicados pela editora holandesa Elsevier contam com seções exclusivas para videoartigos, como o Journal of Minimally Invasive Gynecology. A revista The Anatomical Record, da norte-americana Wiley, divulga videoartigos desde 2014. “Realizar um experimento em laboratório é um ato físico. Vídeos conseguem mostrar de forma mais eficiente como um método é aplicado”, disse à Pesquisa FAPESP o biomédico russo Moshe Pritsker, um dos pioneiros desse modelo de publicação.
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O Estado de S. Paulo, 5/5/19
Em seu primeiro livro publicado no Brasil, especialista fala da pressão do setor sobre os profissionais de saúdeprofessora emérita da Universidade de Nova York
Entrevista com Marion Nestle, professora emérita da Universidade de Nova York
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O Centro de Telessaúde da UFMG vai ofertar no próximo 3 de abril [quinta-feira que vem] a webaula “Manejo Nutriocional da Obesidade na Atenção Primária”. Trata-se de uma importante iniciativa para promoção da formação dos profissionais da saúde, onde serão abordados assuntos ligados ao tema.
Entre os tópicos trabalhados na webaula estão:
– Definição, diagnóstico e epidemiologia
– Desafios e objetivos do tratamento
– Tratamento da pessoa com obesidade
– Metas para o tratamento da pessoa com obesidade
– Mitos
– Perspectivas de Educação Permanente
Acesso livre e gratuito: www.telessaude.hc.ufmg.br
O físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser, de 60 anos, é o vencedor deste ano do Prêmio Templeton, uma espécie de Nobel da espiritualidade. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19/03) pela Fundação John Templeton, dos Estados Unidos, que concede a honraria desde 1973. Natural do Rio de Janeiro, é professor do Dartmouth College, em New Hampshire, Estados Unidos, há 28 anos, e ganhou projeção como divulgador de ciência, participando de programas de televisão nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Brasil. Autor de livros que discutem a origem do Universo, Gleiser frequentemente aborda a relação entre ciência e religião. Ele receberá US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões), valor superior ao do próprio Nobel, de cerca de US$ 1 milhão.
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País aumentou impostos sobre junk food, mudou embalagens e restringiu publicidade; Uruguai, Peru e Canadá podem replicar modelo.
Veja notícia na íntegra: https://folha.com/uij1yxra
O Brasil é o país íbero-americano com a maior porcentagem de artigos científicos assinados por mulheres seja como autora principal ou como co-autora, de acordo com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). Entre 2014 e 2017, o Brasil publicou cerca de 53,3 mil artigos, dos quais 72% são assinados por pesquisadoras mulheres.
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A Associação de Pós-graduandos da UFSC (APG-UFSC), entidade que representa os/as estudantes inscritos nos programas de especialização, mestrado e doutorado da UFSC, tem o prazer de apresentar o Manual do(a) Pós-graduando(a)!
Lançamos este material na gestão “Quem Tem Coragem” (2017-2018), e percebemos uma excelente receptividade. Por esse motivo, na gestão “Pra não lutar só”, apresentamos uma versão revisada e atualizada, com o intuito de auxiliar com a chegada e a permanência na universidade. Uma das novidades é a seção de Dúvidas Frequentes, tais como “Devo solicitar a renovação da minha bolsa periodicamente?” ou “Posso interromper temporariamente meu curso?”, também disponível no nosso site oficial.
Baixe o PDF: http://apg.ufsc.br/files/2019/03/Manual-P%C3%B3s-graduandoa-2019.pdf
Confira a seção de dúvidas frequentes: http://apg.ufsc.br/manual-doa-pos-graduandoa/duvidas-frequentes/
Uma análise de amostras da água que é consumida em 100 cidades catarinenses, feita a pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), mostrou que 22 municípios do Estado recebem nas torneiras água com resquícios de agrotóxicos. Entre as substâncias encontradas, há produtos que estão proibidos em outros países no mundo, suspeitos de causarem danos à saúde, e outros que não têm parâmetros estabelecidos pelo governo brasileiro – o que impede avaliar se podem provocar algum dano.
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Lançada em caráter experimental em abril do ano passado, a Plataforma Acácia finalmente entrou em funcionamento com a missão de reconstituir a genealogia acadêmica de pesquisadores brasileiros. Uma busca rápida no site do projeto permite que estudantes, professores e pesquisadores com currículos registrados na Plataforma Lattes possam identificar as linhagens acadêmicas às quais pertencem, restabelecendo laços entre orientadores e seus alunos construídos nos últimos 75 anos. A iniciativa foi idealizada em 2016 (ver Pesquisa FAPESP nº 249) e utiliza informações extraídas do Lattes, que reúne mais de 5 milhões de currículos acadêmicos.
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Na semana da 16ª Festa da Colheita do Arroz Agroecológico, assentamentos do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) na região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, receberam a visita de alguns dos maiores chefes de cozinha do país.
O objetivo da visitação, que também contou com representantes das prefeituras de Itaboraí, Itaguaí, Campinas, São Paulo, Ilha Bela e Maricá no Rio de Janeiro, foi apresentar a produção de arroz, sucos e leite em pó feita pelos assentados.
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Esse movimento é o ponto de luz no cenário de chumbo em que estamos. Ele se insurge contra a apatia ou mesmo a cumplicidade dos adultos no que se refere à aceleração em curso das mudanças climáticas. No âmbito desse movimento, que vem crescendo e que esperamos cresça cada vez mais, ocorrerá no próximo dia 15, sexta-feira, uma greve global dos adolescentes pelo clima. Também os estudantes brasileiros começam agora a se mobilizar. Quando escrevi o artigo, há apenas 2 dias, a adesão dos estudantes brasileiros ainda era baixa (apenas 8 eventos previstos no Brasil todo). Hoje são muitas dezenas e vamos trabalhar para que se tornem centenas ou milhares.
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LANÇAMENTO: Carta Política e do Curta Agroecologia do IV ENA* | Debate público Agroecologia e Democracia unindo campo e cidade: lançamento da Carta Política do IV Encontro Nacional de Agroecologia (IV ENA) com exibição de vídeo-reportagem sobre o IV ENA. *Hoje, dia 13/03*, no terceiro dia do Seminário “Perspectivas no Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia no Brasil”. *Acompanhe o encontro pelo link abaixo e participe* – teremos espaço para perguntas após as falas! Nos envie sua contribuição pela própria página de transmissão.
#NEAs #ConstruçãoDoConhecimento #AgroecologiaeDemocracia #UnindoCampoeCidade #EnsinoPesquisaExtensão
https://www.youtube.com/watch?v=Q6X8hcgltqg
No início deste ano, noticiamos a mortandade de abelhas no sul do Brasilpor causa de agrotóxicos usados em plantações de soja. No Rio Grande do Sul, cerca de 80% das abelhas morrem por causa do agrotóxico fipronil, que é utilizado na lavoura da soja. O problema é ainda muito mais grave e extenso, pois vem ocorrendo em outros estados do país.
Segundo a Agência Pública e o Repórter Brasil, cerca de 500 milhões de abelhas morreram, nos últimos três meses, em quatro estados brasileiros: 400 milhões no Rio Grande do Sul, 7 milhões em São Paulo, 50 milhões em Santa Catarina e 45 milhões em Mato Grosso do Sul.
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Por ocasião do falecimento do neto do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva devido à meningite meningocócica, houve intenso compartilhamento nas redes sociais da matéria do portal G1, de 10 de dezembro de 2010, intitulada “Lula veta inclusão de 5 vacinas no calendário nacional”. Em face da polêmica gerada, a Abrasco manifesta seu repúdio à disseminação de notícias e argumentos que levam a um entendimento equivocado do funcionamento do Sistema Único de Saúde – SUS.
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Confira o novo Guia sobre Controle de Alergênicos publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, atualizado.
A migração é um fenômeno global, envolve uma em cada sete pessoas ao redor do mundo e dificilmente poderá ser contida por leis ou muros. Garantir os direitos dos migrantes, em especial o acesso à saúde, é necessário para que todos, inclusive a sociedade que os acolhe, beneficiem-se desse movimento. Essa é a principal conclusão do relatório sobre migração e saúde que acaba de ser divulgado pela revista científica britânica The Lancet em parceria com a University College London (UCL), na Inglaterra. A partir de evidências obtidas em extensa revisão de estudos sobre o tema, o documento contesta estereótipos e mostra o hiato existente entre os serviços de saúde disponíveis aos migrantes e suas reais necessidades.
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Justina e Claudia são duas mulheres da mesma geração, com trajetórias de vida bastante distintas, mas muitas coisas em comum. Justina é “agricultora desde sempre”, como gosta orgulhosamente de se apresentar. Claudia é uma acadêmica que, também “desde sempre”, dedica-se à pesquisa, ao ensino e à produção intelectual. Ambas são mulheres de luta, mulheres de vanguarda, admiradas pelo que fazem e representam. Cada uma à sua maneira, em seu próprio espaço político e social, é engajada em propagar o ideal de uma sociedade mais justa e igualitária e de um mundo onde tudo e todas – plantas, florestas, rios, mares, animais de todas as espécies (inclusive a humana) etc – vivam e convivam em harmonia uns com os outros, de forma a preservar o planeta.
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A mesa de um quilometro com pratos vazios marcou a manhã do domingo, 27 de janeiro, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro. O ato, convocado pela Frente Ampla contra a Fome e o Direito à Alimentação, reuniu ativistas de diversas partes da cidade e região metropolitana pela garantia do direito humano à alimentação adequada e saudável enquanto política pública, exigindo para isso o retorno do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – Consea.
A manifestação começou por volta das 10 horas. Estudantes, nutricionistas, ativistas de diversas causas que chegavam carregavam faixas ou fizeram suas artes nas sombras do Aterro. Nos cartazes, os motivos para a manifestação: a possibilidade de o país voltar ao Mapa da Fome, índice organizado pela FAO e que analisa as condições de insegurança alimentar e nutricional em todo o mundo; a importância do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN); o papel do Estado em promover a alimentação adequada e saudável como política pública.
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