Plano de ação OPAS | Ácidos graxos trans de produção industrial
Acesse o plano de ação da OPAS para eliminar os ácidos graxos trans de produção industrial (2020-2025) aqui.
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Acesse aqui os primeiros resultados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017 – 2018.
Frente aos ataques às Universidades Públicas construímos um Boletim em sua defesa. Mostramos links dos laboratórios do CCA/UFSC e o que neles é feito para a agroecologia. Reiteramos que o formato das Universidades é inegociável e o quão dramático poderá ser um país onde a educação deixa de ser pública, de qualidade e gratuita, acessível a todas as camadas da população.
As ilustrações que fazem parte da composição desse Boletim são obras da pintora brasileira Tarsila do Amaral:
Primeira Página “Abaporu” (1928). Obra símbolo do Movimento Modernista Brasileiro, surge nas entranhas dos ideais de construção de uma nação soberana e independente. Seus enormes pés e braços sugere a super valorização do trabalho braçal, e sua pequena cabeça significa a falta de pensamento crítico.
Páginas centrais “O Urutu” (1928) também conhecida como O ovo – A cobra grande é um animal que assusta e tem poder de deglutição. Além disso, apresenta-se também o ovo, uma gênese, o nascimento de algo novo.
Pra a última página “A Lua” (1928) esse quadro ressalta ao imaginário brasileiro, aos sonhos, aos delírios e às esperanças que carregamos na alma.
Esperamos que a leitura desse informativo some em cada um de vocês uma esperança e uma vigorosa reflexão!
Nos colocamos a disposição para qualquer esclarecimento.
É sempre um prazer compartilhar nosso trabalho!
Forte Abraço
Marlene Grade e Carolina Mergen
Além do ensino, pesquisa e extensão, universidade gera sozinha quase 10 mil empregos diretos
O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat) publicou um estudo preliminar sobre a importância econômica e social da UFSC para o estado de Santa Catarina, destaca o Notícias UFSC. Elaborado pelo professor Lauro Mattei e pelos estudantes Mateus Victor Fronza e Vicente Loeblein Heinen, a pesquisa aponta que o funcionamento da universidade vai além dos impactos na vida de estudantes, professores e técnicos-administrativos.
Segundo levantamento, em 2018 existiam 624 grupos de pesquisa ativos na UFSC. No mesmo ano foram disponibilizadas 822 bolsas de pesquisa vinculadas ao CNPq e investidos R$ 17 milhões em políticas de permanência estudantil, com destaque para o Programa de Bolsa Permanência da universidade que atendeu cerca de dois mil estudantes. O pagamento mensal de bolsas e benefícios como esses geram, direta ou indiretamente, efeitos positivos na economia local, enfatiza o estudo.
Responsável por uma cadeia produtiva que envolve diversos segmentos profissionais e empresas prestadoras de serviços, a UFSC sozinha gera quase 10 mil empregos diretos. Dos 295 municípios catarinenses, 166 têm população inferior a 10 mil habitantes. Ou seja, volume de empregos diretos gerados pela UFSC, apenas no Campus Florianópolis, é superior à população de cada uma dessas cidades.
Caso não existissem esses empregos proporcionados pela UFSC, a taxa de desocupação passaria de 6% para mais de 10%. Com isso, mais uma vez corrobora-se a grande importância econômica e social da UFSC, não somente para Florianópolis e região metropolitana.
Inserida entre diversos bairros, a universidade agrega ainda serviços que são prestados a toda comunidade. Assim, nessa área estão localizadas agências bancárias e dos Correios que também geram um número expressivo de empregos e dezenas de outras empresas que prestam serviços à própria UFSC (fornecedores de materiais de limpeza, de materiais para laboratórios, de equipamentos eletrônicos, de produtos alimentares para o Restaurante Universitário (RU) e do HU, de equipamentos de transportes etc). Além disso, nos arredores da Universidade também se organizou uma vasta rede comercial que encontra nos membros da comunidade universitária seu público consumidor.
O estudo do Necat ressalta ainda que as ações da universidade impactam diretamente no processo de democratização do acesso ao conhecimento produzido nas instituições, cuja função primordial é contribuir com soluções para os graves problemas enfrentados pela população brasileira.
Portanto, não resta dúvida que todos esses aspectos geram efeitos econômicos e sociais indiretos para o conjunto da sociedade e decorrem, em grande parte, da existência e das ações da UFSC. São visíveis os efeitos irradiadores da Universidade sobre a sociedade local e, de certa forma, também na estadual.
Leia o estudo completo aqui
Fonte: Notícias UFSC
No quinto episódio da série. a professora Ana Carolina Fernandes explica como funciona a pesquisa de avaliação de modelos de rotulagem de alimentos embalados no Brasil. O objetivo é fornecer subsídios técnicos e científicos em relação às diferentes propostas regulatórias relacionadas à rotulagem nutricional de alimentos embalados comercializados no Brasil.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) iniciou uma consulta pública com o objetivo de definir o uso de gorduras trans industriais em alimentos, que estará aberta até o dia 07/10/2019. Considerando a possibilidade de contribuição da sociedade, o Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições da Universidade Federal de Santa Catarina (NUPPRE/UFSC) elaborou o presente documento a fim de auxiliar para que as contribuições tenham base científica. Sinta-se livre para copiar os argumentos utilizados nesse guia para estruturar a sua contribuição.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é a instituição brasileira de ensino superior mais bem colocada no critério ‘citações’, de acordo com o ranking internacional de universidades do Times Higher Education (THE), divulgado na última semana. De acordo com a metodologia utilizada pela publicação, o indicador mede a “influência da pesquisa” e focaliza o papel da Universidade em disseminar novos conhecimentos e ideias.
O cálculo leva em conta a média de vezes em que um trabalho foi citado por acadêmicos de todo o mundo. Este ano, o THE empregou como base de dados o indexador Scopus da Elsevier, a partir do qual foram examinadas 77,4 milhões de citações extraídas de 12,8 milhões de artigos, resenhas, anais de conferências, livros e capítulos de livros dos últimos 5 anos. Os dados incluem mais de 23,4 mil periódicos acadêmicos indexados pelo Scopus e todas as publicações indexadas entre 2014 e 2018.
Continue a leitura na fonte: https://noticias.ufsc.br/2019/09/ufsc-e-universidade-brasileira-mais-citada-em-trabalhos-academicos-aponta-ranking-internacional/
“A UFSC teve, ao todo, 248 bolsas de pós-graduação bloqueadas, incluindo as de mestrado, doutorado e de pós-doutorado, vinculadas à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), tornando-se, assim, a instituição com maior perda de cotas de bolsas no país. Desse número, até o momento, 155 foram devolvidas, restando 93 bolsas cortadas durante o ano de 2019”, salienta a pró-reitora Cristiane Derani, gestora da área na Universidade.
A pós-graduação na UFSC é reconhecida, nacional e internacionalmente, pela sua excelência. Prova disso é que, recentemente, quatro teses defendidas por estudantes da instituição receberam o “Prêmio Capes de Tese 2019” e quatro menções honrosas. Além disso, no ranking da revista inglesa Times Higher Education (THE), divulgado no último dia 11 de setembro, a UFSC foi classificada como a 3a melhor entre as federais e a 5a melhor universidade do Brasil. Diante deste cenário, a pró-reitora, que também preside a Câmara de Pós-Graduação (CPG), reforça o compromisso desse colegiado “em defender a qualidade e o aprimoramento da pós-graduação, principalmente em momentos de incertezas e insegurança financeira”.
Continue a leitura na fonte: https://noticias.ufsc.br/2019/09/bloqueio-da-capes-ainda-atinge-93-bolsas-de-pos-graduacao-da-ufsc/
Acesse o relatório completo “A Pesquisa no Brasil: Promovendo a excelência”, uma análise preparada para a CAPES pelo Grupo Web of Science aqui.
Compartilhamos link de acesso a material sobre os impactos dos disruptores endócrinos à saúde, publicado pela Endocrine Society (https://www.endocrine.org/) em conjunto com a ONG IPEN – a toxics-free future (https://ipen.org/).
O documento foi traduzido pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e foi lançado no Brasil durante a conferência de uma das autoras do guia, Michele Andrea La Merril (University of California at Davis), no Congresso Brasileiro de Atualização em Endocrinologia e Metabologia, que aconteceu em Florianópolis, no mês de agosto de 2019.
Na mesma semana do evento, Michele esteve na UFSC apresentando a palestra “Global health impacts of exposure to endocrine-disrupting chemicals” e divulgou a publicação.
Link de acesso: https://www.endocrino.org.br/media/uploads/PDFs/ipen-intro-edc-v1_9h-pt-print.pdf
Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Escolar (CECANE/ UFRGS) e o Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) divulgaram uma nota técnica alertando para os riscos envolvendo o projeto 385/2006, proposto pelo deputado estadual Edson Brum (MDB), que inclui o doce de leite da dieta da merenda escolar na rede estadual de ensino. O projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa gaúcha por 33 votos favoráveis e 11 contrários.
O CECANE UFRGS e o Departamento de Nutrição destacam que, de acordo com a Nota Técnica nº 01/2014 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que dispõe sobre a restrição da oferta de doces e preparações doces na alimentação escolar, “o doce de leite é compreendido como alimento restrito por conter alto teor de açúcar, característica essa associada ao aumento da obesidade e outras alterações metabólicas”.
A nota também questiona o parecer da Comissão de Constituição e Justiça, n° 34/2019 da Assembléia Legislativa Estadual, que classifica o doce de leite como é um alimento “notadamente rico em nutrientes” e “inegavelmente protéico”, “indicado especialmente para os alunos do ensino fundamental”.
Continue lendo na fonte: https://www.sul21.com.br/ultimas-noticias/geral/2019/09/nota-tecnica-alerta-para-riscos-de-projeto-que-inclui-doce-de-leite-na-merenda-escolar/
Quinze universidades — todas elas públicas — produzem mais da metade da ciência brasileira, segundo um relatório preparado pela empresa Clarivate Analytics e divulgado nesta semana, em Brasília. As três universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) encabeçam a lista, com mais de 100 mil trabalhos científicos publicados no período de seis anos contemplado pelo estudo (2013-2018).
As outras 12 instituições são 11 universidades federais e 1 estadual, do Rio de Janeiro. Juntas, essas 15 universidades são responsáveis por mais de 60% do conhecimento científico produzido no País, segundo o relatório. O levantamento foi feito a pedido da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Ministério da Educação (MEC). Veja a íntegra do relatório aqui: Research in Brazil: Funding Excellence
Continue lendo na fonte: https://jornal.usp.br/universidade/politicas-cientificas/15-universidades-publicas-produzem-60-da-ciencia-brasileira/

Percebi que havia alguma coisa muito errada com nosso sistema alimentar quando um amigo pediu um suco de uva no bar. A lata estava cheia de letrinhas que eu não entendia, e decidi vasculhar pela origem: Coreia do Sul. “Esse suco vem com pedaços de uva de verdade”, ele se justificou.
Qual era o sentido de um suco que precisava viajar dezenas de milhares de quilômetros? Não era uma questão de ufanismo: é uma questão de que um suco com pedaços de uva pode ser feito em qualquer lugar que tenha uva. No caso, o Brasil.
Ainda que o direito ao alimento adequado e saudável faça parte do artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e a alimentação de boa qualidade esteja prevista no artigo 6º da Constituição Federal, o consumo de produtos sem veneno ainda se limita a uma parcela abastada da população, como mostrado na primeira reportagem do Joio sobre acesso a orgânicos.
Entre as dificuldades enfrentadas pelas populações das periferias, sobretudo das grandes cidades, uma das principais barreiras é física: a falta de acesso a feiras livres e a estabelecimentos que comercializam produtos a preços mais acessíveis.
Esta pesquisa faz parte da minha dissertação de mestrado e será conduzida por mim, Clarice Elpo.
Durante os nossos encontros, serão realizadas 5 oficinas culinárias práticas (com duração aproximada de 3 horas) e 1 oficina de compra e seleção de alimentos em um local de comercialização de alimentos do município de Florianópolis.
Sua participação é muito importante!
Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: cleomarifer@gmail.com ou pelo telefone (48) 3221-2219 (whats App).
Desde já agradeço!

Para acessar o artigo publicado por membros do NUPPRE nas versões em português e inglês, clicar aqui.
Os repositórios institucionais, grandes bancos de dados nos quais as universidades armazenam e disponibilizam ao público sua produção científica, começam a ganhar expressão no país. Um exemplo é o da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que foi criado em 2013 e hoje dispõe de cópias de 39,8 mil artigos publicados em acesso aberto (quase 40% deles vinculados a projetos apoiados pela FAPESP) e 37 mil em acesso restrito. De acordo com Flavia Bastos, coordenadora das bibliotecas da Unesp e coordenadora-executiva do repositório da instituição, o trabalho vem rendendo frutos. “A visibilidade das pesquisas foi acentuada e se tornou fácil encontrar artigos do repositório em sites de buscas como o Google”, diz.
Acesse o manifesto do Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições e do Observatório de Estudos em Alimentação Saudável e Sustentável contra a insenção de impostos aos agrotóxicos.
Acesse a nota da CEPAGRO sobre a tributação verde.

How several former vegans and vegetarians across the country came to see meat as their calling.
Fonte: https://www.nytimes.com/2019/08/06/dining/butchers-meat-vegetarian-vegan.html
Entrevista com Bee Wilson, escritora britânica especializada em alimentação Paulo Beraldo, O Estado de S.Paulo 05 de agosto de 2019 | 12h53
Anvisa apresenta a diversos segmentos da sociedade a segunda etapa da proposta de novas regras sobre o tema
A Anvisa realizou uma reunião sobre o segundo bloco de temas do processo regulatório de rotulagem nutricional. Durante a atividade, realizada na quarta-feira (31/7), em Brasília, houve apresentações e debates sobre os requisitos técnicos relativos à base de declaração, as formas de expressão dos valores na tabela nutricional e os valores de tolerância.
O objetivo da reunião foi compartilhar com os diversos setores da sociedade as conclusões técnicas dessa segunda etapa, em cumprimento ao cronograma deste processo regulatório. O encontro também serviu como mais uma oportunidade para ouvir e coletar as percepções sobre as conclusões dos temas em pauta na reunião.
Primeira publicação do projeto VEG+ financiado pelo Institutional Links grant, ID 332207684 – Newton-Brazil Fund/ FAPESC. O projeto é uma parceria entre o Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições – NUPPRE -UFSC e a Bournemouth University (Inglaterra).
Rodrigues et al, 2019 Vegetable consumption college students

O autor e ativista discute em seu novo livro como viajar nos abre para novas experiências, derruba barreiras culturais e permite descobrir por meio das culinárias locais diferentes formas de viver.
A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN/UFSC), Mariana Vieira dos Santos Kraemer participou do Encontro Técnico de Defesa do Consumidor: Capacitação em Publicidade de Alimentos e Direito do Consumidor, nos dias 26 e 27 de junho de 2019, em Fortaleza/CE. O Encontro foi promovido pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC – em parceria com a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ/CE) e o Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (DECON/CE) e teve como objetivo conscientizar e capacitar os diversos atores do direito acerca dos riscos e das violações de direitos relacionadas à publicidade de alimentos abusiva e enganosa. Durante o evento, Mariana representou o Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE/UFSC) e apresentou as pesquisas desenvolvidas pelo grupo na temática de rotulagem nutricional.

O projeto AMAS-UNI (Ambiente Alimentar e Saúde na Universidade) avalia o ambiente alimentar da UFSC e o estado de saúde dos universitários. Como parte deste projeto, será realizado um teste de aceitabilidade de lanches mais saudáveis e economicamente acessíveis.
O convite se estende a alunos de graduação, alunos de pós-graduação, professores e técnicos administrativos.
Os testes serão realizados dos dias 01/07 a 13/07.
Para participar, os voluntários devem se inscrever através do link http://abre.ai/sejaumprovador ou pelo QR Code da imagem de divulgação. Após a inscrição serão enviadas as informações referentes aos dias e horários disponíveis e também ao local de realização.
