Aliança pela alimentação adequada e saudável é lançada no CONBRAN 2016

24/10/2016 00:55

Organizações da sociedade civil se reúnem no Congresso Brasileiro de Nutrição para lançar alirede e discutir políticas de alimentaçãosaudável

Temas como alimentação saudável no ambiente escolar, consumo de produtos orgânicos x agrotóxicos, causas da obesidade e diabetes e regulação da publicidade de alimentos fazem parte da agenda da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, que será lançada no dia 27/10, às 9h, durante um painel de debate com especialistas, no XXIV Congresso Brasileiro de Nutrição (Conbran), que acontece de 26 a 29/10 em Porto Alegre.
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Nota Oficial Abrasco – Pela manutenção das bolsas de produtividade do CNPq!

19/10/2016 14:27

Contra a destruição dos mecanismos de apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico e na defesa de uma perspectiva de produção de conhecimento autônoma para o Brasil. Não ao corte de recursos da Ciência, Tecnologia e Inovação!

Tendo em vista as notícias divulgadas por membros de Comitês Assessores do CNPq, reunidos em Brasília, no dia 17/10/16, que dão conta de possíveis cortes no número de bolsas de produtividade, assim com o ofício nº 469, de 29 de setembro de 2016, da presidência do CNPq que informa que “os cortes realizados no número de bolsas e auxílios concedidos refletem o contexto orçamentário atual do país e a indicação, para 2017, de nova redução do orçamento do CNPq”, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva vem a público manifestar sua apreensão quanto à efetivação desses cortes.
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CNPq corta 20% das bolsas no país

18/10/2016 22:25

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) cortou 20% das bolsas de iniciação científica, destinadas a alunos de graduação e do ensino médio em todo o país. A medida não foi anunciada oficialmente, mas foi percebida ao longo desta semana pelas universidades, após a publicação dos resultados das chamadas para o biênio 2016-2018, na segunda-feira.

O corte foi universal, atingindo todas as instituições de ensino superior que solicitaram bolsas. Quatro programas foram afetados: o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), o Programa de Iniciação Científica para o Ensino Médio (PIBIC-EM), o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) e o Programa Institucional de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas (PIBIC-Af). Juntos, eles vão conceder 26.169 bolsas nos próximos dois anos — 20% a menos do que no período anterior.
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Congresso da Abrasco em Cuiabá: reflexões e enfrentamento à PEC 241 dão o tom da abertura

18/10/2016 21:46
Reinventar a ação em saúde e os paradigmas epistemológicos. Reinventar as formas de representatividade e a nós mesmos. Essa foi a mensagem central da cerimônia de abertura do 7º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde (7ºCBCSHS), realizado na noite de 09 de outubro, no Teatro Universitário, no campus Cuiabá da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Mais de 400 pessoas participaram da atividade, que reuniu pensamento crítico, mas também leveza, felicidade e beleza local.

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Visão sobre os transgênicos

18/10/2016 21:45

Um levantamento feito pelo Ibope, encomendado pelo Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), mostra que a maioria dos brasileiros (80%) tem noção de que alimentos transgênicos são aqueles que tiveram genes modificados. No entanto, sua segurança não é reconhecida por uma parcela da população. Pouco menos da metade (44%) concordou parcial ou totalmente com a afirmação de que os transgênicos são pouco testados e 33%, que fazem mal à saúde. Foram ouvidos 2 mil entrevistados de todas as classes sociais, sem vínculo com a área de biotecnologia. “As pessoas têm pouco acesso a estudos sobre a segurança dos transgênicos compilados por órgãos como a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança [CTNBio]”, diz Adriana Brondani, diretora executiva do CIB. A pesquisa mostra que apenas 23% acreditam que a ciência possa auxiliar a produção de alimentos, enquanto 84% reconhecem que ela contribui para a cura de doenças e 51%, para o desenvolvimento de medicamentos. Para o médico e bioquímico Walter Colli, ex-presidente da CTNBio, o debate em torno dos transgênicos é complexo e envolve embates políticos e ideológicos.“É preciso que empresas e pesquisadores saibam esclarecer as dúvidas da população com o respaldo da ciência”, recomenda Colli.

Fonte: Revista Pesquisa FAPESP

CNPq lança chamada na área de Segurança Alimentar e Nutricional

06/10/2016 13:38

Pesquisas na área de Segurança Alimentar e Nutricional recebem apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no valor total de R$ 4 milhões.

Está aberta a chamada pública nº 016/2016 na área de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Estratégias de Caráter Socioeducativas e Sociotécnicas em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional para os países da União das Nações Sul Americanas (UNASUL), com submissão de propostas até 19 de outubro.
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Falta de cuidado em artigos de revisão

06/10/2016 13:28

Os artigos de revisão, aqueles trabalhos científicos que organizam dados da literatura existente em uma determinada área do conhecimento, nem sempre são escritos com o cuidado necessário para evitar a citação de papers com dados incorretos ou com suspeita de má conduta. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Suíça, França e Alemanha, publicado pela revista BMJ Open. Foram analisados 118 artigos de revisão publicados em 2013 em quatro periódicos da área médica: Annals of Internal Medicine, The British Medical Journal, The Journal of the American Medical Association e The Lancet.
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How Big Sugar Enlisted Harvard Scientists to Influence How We Eat – in 1965

04/10/2016 18:21

Industry-funded research sought to discredit links between sugar and heart disease—more than half a century ago.. 

The food industry has funded research in an effort to influence nutrition science and health policy for more than half a century, new research out Monday has found.

It’s no secret that industry funds such efforts today: An investigation in June, for example, showed how the National Confectioners Association worked with a nutrition professor at Louisiana State University to conclude that kids who eat sugar are thinner than those who don’t.

An article by University of California-San Francisco researchers, published Monday in JAMA Internal Medicine, shows how far back such efforts go: In 1965, the Sugar Research Foundation, the precursor to today’s Sugar Association, paid Harvard scientists to discredit a link now widely accepted among scientists—that consuming sugar can raise the risk of cardiovascular disease. Instead, the industry and the Harvard scientists pinned the blame squarely, and only, on saturated fat. 
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À procura de visibilidade

04/10/2016 18:15

Investir na divulgação de trabalhos na mídia pode ajudar pesquisadores a avançar na profissão e serem reconhecidos por um público mais amplo.

Apesar das tensões e da dissonância de ritmos e expectativas, a relação entre cientistas e jornalistas melhorou nas últimas duas décadas no Brasil. Os pesquisadores, aos poucos, reconhecem a importância de se comunicar com públicos mais amplos e também percebem que a divulgação de seus trabalhos na imprensa pode ajudá-los a avançar na carreira, aumentando a visibilidade de suas pesquisas e seu prestígio entre os colegas acadêmicos. Essa foi uma das conclusões de um estudo publicado em março deste ano nos Anais da Academia Brasileira de Ciências. Nele, a jornalista Luisa Massarani, do Núcleo de Estudos da Divulgação Científica do Museu da Vida da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e o cientista social Hans Peters, professor da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, avaliaram as percepções de pesquisadores brasileiros sobre os benefícios de se relacionar mais e melhor com a imprensa.
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Desafios para os prefeitos na área da saúde, por Gastão Wagner de Souza Campos

10/09/2016 13:16

‘Uma medida simples: a eliminação da maioria dos cargos de confiança no SUS reduziria a patrimonialismo e protegeria o SUS da lógica partidária’.

O Le Monde Diplomatique Brasil colocou em evidência a discussão sobre “Os desafios para os próximos prefeitos” e convidou o presidente da Abrasco, Gastão Wagner de Souza Campos, para tratar do assunto Saúde. O que esperar dos prefeitos nesse âmbito, quais são os maiores problemas a serem enfrentados, o que eles não devem fazer, onde se tem acertado e por quê? – Gastão Wagner respondeu a estas e outras questões no artigo “Desafios para os prefeitos na área da saúde”, publicado no início deste mês de setembro. Confira o texto na íntegra.

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Comunicação eficiente

08/09/2016 15:30

Matemático adquiriu novas habilidades de difusão científica após participar de torneio internacional.

O matemático Jackson Itikawa voltou em julho de uma rápida viagem ao Reino Unido com 26 novos contatos no telefone, todos de pesquisadores de outros países com quem troca ideias sobre divulgação científica. O grupo se conheceu durante a final internacional do FameLab, uma das maiores competições de comunicação científica no mundo, realizada no dia 9 de junho no Festival de Ciência de Cheltenham, na Inglaterra. Competindo com participantes dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Coreia do Sul, entre vários outros, Itikawa foi o primeiro brasileiro a representar o país no evento, no qual teve apenas três minutos para falar do tema que escolhera: a importância dos números primos em áreas como a criptografia.

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Dossiê Abrasco ganha versão em espanhol

08/09/2016 15:21

O ‘Dossiê Abrasco: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde’ revela que a situação do Brasil em relação ao uso dos agrotóxicos está cada vez mais grave e a correlação de forças no campo social propicia desafios maiores. O consumo de venenos agrícolas cresce e está em curso um processo de desregulamentação do uso de agrotóxicos no Brasil. “Não há dúvida, estamos diante de uma verdade cientificamente comprovada: os agrotóxicos fazem mal à saúde das pessoas e ao meio ambiente”, diz o Dossiê. E em relação ao uso de agrotóxicos, o que acontece no Brasil interessa a outros países da América Latina, e foi justamente como estratégia de fortalecimento das articulações de pesquisadores, técnicos e militantes, contra o modelo de desenvolvimento do agronegócio na América Latina que a tradução do livro foi planejada e viabilizada, numa parceria entre a Universidad Andina Simón Bolívar (Sede Equador), a Universidad Nacional de Colombia – através de seu Programa Interfaculdades de Doutorado em Saúde Pública, a Red Colombiana de Salud Colectiva, a Abrasco e a Fiocruz – instituição que apoiou a execução do projeto.

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Programa de reabilitação de cientistas

05/09/2016 14:20

James DuBois, psicólogo e professor da Escola de Medicina da Universidade de Washington, tem uma experiência singular na promoção da integridade científica: nos últimos três anos, ofereceu um programa de reabilitação para 39 pesquisadores de 24 diferentes instituições norte-americanas que haviam sido punidos em episódios de má conduta. O treinamento foi criado com recursos dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, principal agência de pesquisa da área médica do país, e recebe várias vezes por ano pequenos grupos de pesquisadores que tiveram financiamento suspenso por cometerem fraude, plágio ou falsificarem dados em trabalhos científicos.

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Concurso Público para professor adjunto em nutrição da UFSC

31/08/2016 00:19

A Universidade Federal de Santa Catarina publicou o  Edital 033/DDP/2016 no Diário Oficial da União, oferecendo 85 vagas para o cargo de professor.

O campo de conhecimento da vaga para o Departamento de Nutrição é: Nutrição, Saúde Pública, Epidemiologia, Saúde Coletiva, Educação, Ciências, Ciências Sociais e Ciências de Alimentos.

Número de Vagas: 1 vaga para Adjunto A 1, preferencialmente, reservada para candidatos com deficiência conforme prevê a seção 4 deste Edital.

Regime de Trabalho: Dedicação Exclusiva/DE.

Requisitos para provimento no cargo: Título de Graduação em Nutrição e Título de Doutor em Nutrição ou Saúde Pública ou Epidemiologia ou Saúde Coletiva ou Educação ou Ciências ou Ciências Sociais ou Ciências de Alimentos.

O edital da Coordenadoria de Concursos, Admissões e Contratações Temporárias do  Departamento de Desenvolvimento de Pessoas estabelece  as normas para a realização do Concurso Público destinado a selecionar candidatos para provimento do cargo de Professor da Carreira do Magistério Superior para o quadro permanente da UFSC para as Unidades Universitárias dos campi de Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville.

A inscrição será efetuada somente via internet mediante o preenchimento de Requerimento de Inscrição constante no site http://prodegesp.ufsc.br/ddp/concursos/, no link “Docente Magistério Superior”, entre 14h do dia 24 de agosto e 23h59 do dia 21 de setembro.

O link estará disponível somente na data e horário previsto para o início das inscrições.

Mais informações na Prodegesp.

Fonte: Notícias da UFSC

Portal reúne dados sobre agrotóxicos no País

28/08/2016 20:32

O objetivo do Portal de Dados Abertos sobre Agrotóxicos, desenvolvido na UFRJ, é divulgar dados de interesse público sobre o setor, fornecidos por diferentes instituições, com a vantagem de reuni-los em um único ambiente virtual, de fácil navegação.

O Brasil é um dos países onde mais se consome agrotóxicos no mundo. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), as vendas de pesticidas em 2015 totalizaram US$ 9,6 bilhões e, só em 2014, foram comercializadas mais de 914 mil toneladas de agrotóxicos no País. Essas e outras informações, que nem sempre são divulgadas pelas empresas e instituições governamentais de modo facilitado para consulta pública, estão agora reunidas no Portal de Dados Abertos sobre Agrotóxicos (http://dados.contraosagrotoxicos.org), desenvolvido na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pelo Grupo de Engenharia do Conhecimento (Greco).

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Sob os holofotes

22/08/2016 14:08

Saber falar em público pode ajudar no desenvolvimento da carreira do pesquisador.

A apresentação de resultados de pesquisa em reuniões de departamento na universidade, Carreiras_290seminários ou conferências faz parte do calendário de atividades da maioria dos pós-graduandos. Ainda assim, falar em público pode ser um desafio para muitos pesquisadores. Não raro, as apresentações se apoiam em gráficos à primeira vista confusos e slides com textos longos e herméticos que podem comprometer a qualidade da apresentação e a compreensão do seu conteúdo pela audiência. Aprender a fazer uma apresentação boa e equilibrada, seja para pesquisadores da mesma área ou para o público em geral, valoriza o trabalho e pode ser importante no desenvolvimento da carreira do pesquisador.

Falar bem em público requer prática, segundo o biólogo e comunicador científico Atila Iamarino, pós-doutor pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e apresentador do canal Nerdologia, no YouTube, em que discute ciência e assuntos da cultura pop. Uma forma de se preparar é investir na divulgação de seus trabalhos fora do ambiente acadêmico, por meio de textos em blogs, vídeos ou podcasts. “Isso pode ajudar os pesquisadores a ter mais desenvoltura na hora de falar sobre o que eles estão fazendo para um público mais especializado”, sugere. Outro caminho possível, segundo ele, é acompanhar palestras como as TED Talks e podcasts como o This Week Virology, que apresentam fatos científicos de forma atraente.

“Fazer uma boa apresentação nada mais é que contar uma história, com começo, meio e fim”, afirma Mauro de Freitas Rebelo, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além de se apresentar em eventos científicos como pesquisador, Rebelo também atua como divulgador científico. Segundo ele, para diminuir o nervosismo e a ansiedade, pode-se, em alguns casos, começar a apresentação com uma breve anedota. “Sempre conto uma história minha e, então, coloco a ciência no meio.”

É também fundamental situar o conteúdo da apresentação em um contexto mais amplo de pesquisa e ressaltar sua importância para a área antes de discutir o conteúdo que será apresentado.

Para que isso funcione, explica a psicóloga Ana Arantes, do Laboratório de Aprendizagem Humana, Multimídia Interativa e Ensino Informatizado da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), é importante que o pesquisador se prepare com antecedência e conheça o público para o qual irá falar. “É preciso estabelecer previamente o objetivo da apresentação: definir um conceito, explicar um método ou apresentar alguns dados”, recomenda. “A partir daí é possível definir a melhor maneira de transmitir a mensagem.”

De modo geral, é recomendável que as apresentações sejam curtas, com duração de até 20 minutos. Hoje, segundo Atila, existem na internet várias plataformas que podem ajudar os pesquisadores a fazer uma apresentação visualmente dinâmica e com uma aparência amigável. É o caso do Keynote e do Prezi, softwares que permitem a criação de apresentações mais atraentes. Também é importante pensar no formato da apresentação. “Evitar animações e textos longos, tomar cuidado com as cores e o tamanho da fonte são alguns cuidados básicos que se deve ter ao elaborar uma apresentação”, conclui.

Fonte: Fonte Revista FAPESP

Revista DEMETRA comunica novas orientações para submissão de artigos

22/08/2016 14:03

“Caro/a leitor/a,

Antes de submeter seu artigo, leia com a atenção as informações e orientações abaixo.

DEMETRA vem crescendo com força nos últimos anos. Hoje é a segunda revista brasileira no campo alimentar-nutricional mais utilizada para publicação de artigos por pesquisadores dos programas de pós-graduação inseridos na área de avaliação “Nutrição” na CAPES.

Assim, é chegada a hora de dar mais um importante passo em nossa trajetória editorial: a redefinição do escopo de artigos a serem publicados.

Na avaliação dos artigos recebidos passamos a valorizar cada vez mais aqueles que apresentam caráter mais profundo em suas análises. Dessa forma, trabalhos de cunho estritamente descritivo, bem como aqueles de interesse ou aplicação circunscritos a espaços geográficos restritos serão reencaminhados aos autores para ampliação e aprofundamento de suas abordagens. Em outras palavras, ainda que o estudo seja realizado com pequeno número de entrevistados, localidades ou instituições, o artigo correspondente poderá ser publicado desde que o investimento analítico seja substantivo, construído em sólidas bases teórico-metodológicas e trazendo contribuições novas ao conhecimento.

Enfim, trata-se de mais um passo no sentido da qualificação do periódico e da ciência no campo da Alimentação e Nutrição.

Para mais informações, veja o Editorial do primeiro número de 2016 intitulado “Reflexões sobre nossa trajetória editorial” em http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/demetra/article/view/21511#.V7g0eZgrKhc.

Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho.

Cordialmente,
Shirley Donizete Prado e Fabiana Bom Kraemer
Editoras”

Os impactos do investimento

22/08/2016 13:56

Em tempos de crise, ressurge a cobrança pelo retorno do financiamento público de pesquisa sem levar em conta que a produção da ciência segue caminhos complexos e interligados.

Em tempos de crise econômica, é comum que a sociedade questione a aplicação do CAPA_Exemplos_246dinheiro público e queira privilegiar atividades que deem retorno visível e imediato. Áreas em que os resultados são mais difusos ou menos palpáveis frequentemente passam a ser vistas como não prioritárias na hora da alocação dos recursos. Quando esse fenômeno afeta o sistema de pesquisa, cujo financiamento depende em grande medida – varia de país a país – do Estado, com frequência ele se traduz na oposição entre pesquisa básica e pesquisa aplicada, como se fossem conceitos independentes e não profundamente interligados. O investimento em pesquisa que resulta imediatamente em novos produtos e tecnologias tende a ser visto como o mais importante, por trazer retorno tangível à sociedade. Já os recursos direcionados à ciência básica às vezes são considerados uma extravagância, como pontuou em 1967 o então governador eleito da Califórnia, o republicano Ronald Reagan, ao propor, como medida para resolver problemas orçamentários, que os contribuintes deixassem de financiar a “curiosidade intelectual” em programas e cursos das universidades estaduais. “Nós acreditamos que há certos luxos intelectuais que talvez pudéssemos dispensar”, disse Reagan, atraindo críticas de toda parte. “Se uma universidade não é o lugar em que a curiosidade intelectual deve ser encorajada e subvencionada, então ela não é nada”, reagiu à época o jornal The Los Angeles Times, em editorial.

Na realidade da ciência no século XXI, o debate demanda classificações bem mais complexas do que as duas categorias, pesquisa básica e pesquisa aplicada, têm a oferecer. “Os conceitos de pesquisa pura e aplicada podem ter alguma utilidade em discussões abstratas e funcionar em situações específicas, mas não servem adequadamente para categorizar a ciência”, sustenta Graeme Reid, professor de política científica da University College London, no Reino Unido, e autor do relatórioWhy should the taxpayer fund science and research? (“Por que o contribuinte deveria financiar a ciência e a pesquisa?”), publicado em 2014. Em primeiro lugar, diz ele, o denominador comum para classificar a ciência deve ser a “excelência”, sem a qual nem o conhecimento básico nem o aplicado produzem resultados consistentes.

Reid cita o exemplo do Higher Education Funding Council for England (Hefce), órgão que financia e avalia o sistema universitário de ensino e pesquisa da Inglaterra. O Hefce distribui recursos sem fazer referência às duas categorias, uma vez que a qualidade da pesquisa é que a habilita a ter impacto. O relatório menciona um documento lançado em 2010 pelo Conselho de Ciência e Tecnologia ligado ao premiê do Reino Unido, intitulado A vision for UK research, segundo o qual o cerne da atividade de pesquisa é sua capacidade de fazer perguntas importantes; a insistência em distinguir uma vertente pura e outra aplicada gera mais problemas e divisões do que produz soluções. Reid observa que os benefícios decorrentes de investimentos em pesquisa ganharam formas variadas que vão muito além da polarização entre as vantagens de compreender melhor os fenômenos por um lado e, por outro, os ganhos gerados pelo desenvolvimento de tecnologias – tais como as startups oriundas de universidades que podem transformar conhecimento em riqueza rapidamente, a atração de investimentos globais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para universidades e polos de inovação ou, ainda, a oferta de mão de obra altamente especializada a empresas e organizações públicas, entre outras. “O ambiente de pesquisa é um ecossistema delicado que oferece múltiplos benefícios para a economia e a sociedade ao longo de caminhos complexos e interligados”, diz.

CAPA_Equilíbrio_246No lugar de distinguir os benefícios da ciência básica e da aplicada, atores e instituições do sistema de ciência construíram novas formas de classificar os objetivos da pesquisa, que orbitam em torno de um conceito-chave: o impacto que o investimento pode produzir. “Impacto é um conceito bastante amplo e tem várias dimensões, como o social, o econômico e o intelectual”, destacou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, no capítulo que escreveu para o livro University priorities and constraints(Economica, 2016), que reúne as contribuições de 23 líderes de universidades de pesquisa apresentadas em junho de 2015 no fórum Glion Colloquium, na Suíça. Existem pesquisas que promovem benefícios à sociedade ao inspirarem ou darem respaldo a políticas públicas em praticamente todas as esferas. Um exemplo geral é o da contribuição de várias disciplinas para a compreensão de fenômenos ligados ao clima. Outro, específico, é o papel dos resultados do programa Biota-FAPESP na atividade legislativa. Criado em 1999 para mapear a biodiversidade do estado de São Paulo, o programa produziu conhecimentos divulgados na forma de artigos científicos, livros, atlas e mapas, que serviram de referência para a criação de seis decretos governamentais e 13 resoluções sobre o ambiente.

Num estudo de 2005, financiado pelo Departamento de Pesquisa, Ciência e Tecnologia de Quebec, no Canadá, os cientistas políticos Benoît Godin e Christian Doré buscaram mapear os diferentes tipos de impacto gerados pela pesquisa e chegaram a uma lista de 11 itens. Alguns são notórios, como o científico, o tecnológico e o econômico. Outros são menos estudados, como o impacto cultural, entendido como as transformações nas habilidades e atitudes dos indivíduos geradas pela compreensão ampliada de fenômenos da natureza; ou o impacto organizacional, em que novos conhecimentos ajudam a aperfeiçoar a gestão (ver quadro). “Embora o impacto econômico não deva ser negligenciado, ele representa uma fração de um todo que se estende para as esferas social, cultural e organizacional da sociedade”, explicaram Godin e Doré no estudo.
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Abaixo-assinado: Carta Aberta a Jamie Oliver

22/08/2016 13:50

Abaixo-assinado sobre parceria de Jamie Oliver com a Sadia.

“Nós, cidadãos e organizações da sociedade civil comprometidos com a saúde e o direito humano à alimentação adequada, vimos através desta manifestar nosso repúdio à parceria estabelecida entre o senhor e a Sadia para o projeto “Saber Alimenta”. Este programa prevê a realização de supostas “atividades educativas” em escolas, ao passo que sabemos que crianças devem ser protegidas contra práticas abusivas de comunicação mercadológica, como ações de merchandising dentro do ambiente escolar. A alimentação adequada e saudável é um direito humano, reconhecido em inúmeros documentos internacionais, nacionais e incluído na constituição brasileira. Não queremos que nossas crianças sejam transformadas em promotoras de produtos de qualquer marca. Esperamos que, diante de nossas considerações expostas ao longo desta carta, o senhor tome as medidas necessárias para impedir a exposição de crianças aos produtos e aos programas da Sadia e reconsidere sua decisão de vincular sua imagem a esta parceria…”

Conteúdo completo da carta e abaixo assinado no link: https://www.change.org/p/nas-nossas-escolas-n%C3%A3o-jamie-oliver-repense-a-sua-parceria-com-a-sadia

Agrotóxicos deixam rastro de malformações, câncer e morte pelo interior de São Paulo

15/08/2016 17:29

Cidades médias e pequenas do interior do estado de São Paulo, localizadas em meio a grandes extensões de terra com monocultura da cana e banana, entre outras, apresentam taxas de incidência de malformações congênitas e diversos tipos de câncer acima da média estadual.

Em Ribeirão Corrente, na região de Franca, o índice de malformações é 26 casos para grupos de 100 mil nascidos vivos – mais de três vezes maior que a do estado, que é de 8.2. Em Sandovalina, na região do Pontal do Paranapanema, onde há ocupação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o índice é 21. Na cidade de São Paulo, totalmente urbanizada, a taxa é de 9.5.

“Em Franca, uma mulher que engravida tem 50% a mais de chances de ter um filho com malformação do que uma moradora de Cubatão, por exemplo. E nem precisa ser agricultura. Está comprovado por estudos que em 70% dos casos de malformação congênita as causas são ambientais”, diz o defensor público Marcelo Novaes, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo em Santo André, no ABC Paulista.

A incidência de câncer também é alta na zona rural. Em Bento de Abreu, na região de Araçatuba, há 18 óbitos por câncer cerebral para cada 100 mil habitantes. A taxa estadual é 6.6. “Essas cidades pequenas são fronteira entre o urbano e rural. Você sai da igreja matriz e já está numa plantação de cana, onde há pulverização aérea ou por tratores”, diz o defensor.

Ainda segundo ele, as taxa de mortes causadas por câncer de fígado é de 6.94 por 100 mil pessoas no estado, de 7.43 na capital paulista e de 20 em Turmalina, na região de São José do Rio Preto. Quase três vezes mais. “São cidades pequenas, com menos de 20 mil habitantes. Temos uma tragédia no interior paulista. As pessoas estão morrendo pelo veneno. Se antes se fazia excursão para o Paraguai, para compra de muamba, ou para Aparecida, para rezar na catedral, hoje se faz aos centros oncológicos”, compara.

Novaes se baseia no Observatório de Saúde Ambiental, uma plataforma de dados completos sobre utilização de agrotóxicos no estado, os tipos, as regiões, as culturas onde são empregados, bem como grupos populacionais afetados por doenças reconhecidamente desencadeadas pela exposição a esses produtos. O site interativo, que permite a criação de mapas em que é possível visualizar a distribuição das informações sobre o território paulista, foi desenvolvido por professores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

“O mapa mostra o rastro de câncer em cidades em torno da via Anhanguera afora. Basta checar”, aponta Novaes, destacando que a Secretaria Estadual de Saúde, porém, nega todas essas evidências.

Conforme ressaltou ainda, o problema das pequenas cidades de São Paulo se repete no Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Paraná e outros estados com grandes áreas onde o agronegócio se instalou. Por isso, conforme acredita, agrotóxicos não deve ser tema limitado aos ambientalistas, e sim de conselhos tutelares, de defesa dos direitos da pessoa com deficiência, das mulheres e de toda a sociedade. “Precisamos fazer uma análise conjuntural desse projeto assassino que está em gestão em nosso país”, alerta.

Sistema excludente

Para Marcelo Novaes, a realidade dos agrotóxicos constitui a espinha dorsal de um “sistema excludente e prospectório da vida e da natureza”. E o avanço de projetos nocivos como o PL do Veneno, o PL 3.200/15, ocorre numa perspectiva não de mudanças, mas de retrocessos. “No arcabouço jurídico, há o direito dos códigos que conversa com os poderosos e o direito da prática que oprime os oprimidos, ou seja, a população. A engenharia disso é o ilegal que para os poderoso passa a ser legal”, diz.

“É por isso que são autorizados o corte de árvores centenárias, num prejuízo ambiental irreversível, sem um plano de manejo. É por isso que a mineradora Samarco matou um rio, as praias e continua com todo o vazamento; que há falta água em São Paulo enquanto a Sabesp paga dividendos aos acionistas, que o Código Florestal tão discutido com a sociedade está sendo esculachado aqui em São Paulo, fora a privatização de áreas florestais, que permite a extração de madeira. E a população se vê diante da ameaça crescente dos agrotóxicos”, aponta.

“O ilegal passa a ser legal e há apropriação do bem público pelo privado num processo de mudança das regras do jogo em pleno jogo. É como se, num jogo de xadrez, o cavalo passasse a ser movimentado como se fosse um bispo, uma torre. A gente vai ter de encarar isso.”

Marcelo Novaes participou da audiência pública promovida ontem (12), em São Paulo, pelo mandato do deputado federal Nilto Tatto (PT-SP). O parlamentar integra a comissão especial da Câmara que analisa o PL 3.200/2015.

Fonte: Rede Brasil Atual, por Cida de Oliveira

Em Veranópolis, idosas criam cardápio de restaurante com receitas antigas

15/08/2016 17:26

O antigo conselho de “ouvir os mais velhos” foi levado ao pé da letra pelo empresário Juliano Brandalise, 31, ao assumir um restaurante quase falido oito anos atrás em Veranópolis (RS).

O local não poderia ser melhor, mas a comida do empreendimento–que tem quase 80 metros de altura, é giratório e com vista de 360 graus para a Serra do Rio das Antas– não possuía identidade com o lugar.

A primeira providência de Brandalise, nascido em Veranópolis, foi chamar um grupo de 60 idosas da cidade e discutir com elas a elaboração de um novo cardápio para o restaurante.

“As nonas nos trouxeram as receitas dos primeiros imigrantes italianos e poloneses, que colonizaram Veranópolis entre o final do século 19 e início do 20”, explica. Entre elas estão a massa à bolonhesa, o espaguete à carbonara e o radicci (almeirão) com bacon.

“Tem gente que fala: ‘em São Paulo a massa carbonara não é assim’. Explicamos: ‘a nossa é assim porque tem uma história, é uma receita típica e legítima do local.”

As idosas também ajudaram na decoração do restaurante, com fotos e objetos familiares antigos, além de toalhas de cores vivas. “Não existe toalha branca aqui.” A nova proposta agradou a freguesia e hoje o local é o mais visitado da cidade.

Para o Alexandre Kalache, especialista em envelhecimento, a experiência mostra a importância de a sociedade valorizar os mais velhos.

“A sociedade deveria replicar o que o restaurante fez na prática: buscar a voz do idoso, valorizar a sua sabedoria. Quem se beneficiou? O restaurante, que atraiu mais clientes, o município que arrecadou mais impostos. É uma corrente do bem.”

Fonte: Folha de São Paulo, por Cláudia Collucci

Oficina online debate impactos dos agrotóxicos no Brasil

11/08/2016 14:53

Atividade da Rede Mobilizadores conta com parceria da Abrasco e será mediada por André Burigo, professor da EPSJV/Fiocruz e membro do GTSA/Abrasco.

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Estima-se que cada brasileiro ingira, indiretamente, uma média de 5,2 litros de venenos por ano, o equivalente a duas garrafas e meia de refrigerante, ou a 14 latas de cerveja. Além disso, utiliza 22 produtos que já foram banidos em outros países, devido à comprovação de seus efeitos nocivos, e convive com a falsificação e o contrabando desses venenos.

Diante desse cenário, que gera insegurança e medo, a Rede Mobilizadores promove, de 15 a 19 de agosto, a oficina online gratuita “Agrotóxicos: impactos e alternativas”, para debater os principais efeitos desses produtos sobre a saúde da população e do meio ambiente, e os principais obstáculos para redução do uso de venenos em nossa produção agrícola.

A atividade terá facilitação de André Burigo, pesquisador e professor da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), integrante do Grupo de Trabalho Saúde e Ambiente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e um dos organizadores do Dossiê Abrasco sobre Agrotóxicos.  

Segundo o Dossiê Abrasco, 70% dos alimentos in natura consumidos no país estão contaminados por agrotóxicos. Desses, de acordo com a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), 28% contêm substâncias não autorizadas.

O uso crescente de agrotóxicos em nosso país deve-se a dois fatores prioritários: a opção por um modelo de desenvolvimento baseado em latifúndios monocultores voltados para exportação, e uma série de políticas, como a redução e a isenção de impostos que, ao longo do tempo, tem incentivado o uso desses produtos na agricultura. O país oferece mais benefícios ao cultivo baseado no uso de agrotóxicos do que aos cultivos orgânicos. Mas, se houve um incentivo ao uso de venenos na produção agrícola, este não foi acompanhado pelo cuidado em treinar e orientar os produtores rurais quanto à manipulação e aplicação desses produtos, o que tem levado a milhares de casos de contaminação de trabalhadores do campo.

Além de ter estimulado o uso de agrotóxicos, a política governamental também incentivou os agricultores familiares a trocarem as sementes tradicionais, que eles mesmos selecionavam e plantavam, pela semente híbrida, sob alegação de que era mais produtiva, comprometendo, assim, a sobrevivência econômica e a segurança alimentar dessas populações.

A proposta é que, durante a oficina, os participantes possam debater os motivos que levaram o Brasil se tornar o maior consumidor de agrotóxicos do planeta; os principais efeitos do uso de venenos na produção de alimentos sobre a saúde da população, dos trabalhadores rurais e do meio ambiente; as dificuldades para se reduzir o uso de agrotóxicos; a viabilidade de se produzir alimentos em grande escala sem uso de produtos químicos tóxicos, entre outros. As oficinas promovidas pela Rede Facilitadores contam com apoio das empresas Banco do Brasil e Furnas .

Inscrições
As inscrições para a oficina podem ser feitas de 09 a 19 de agosto. Para se inscrever, é preciso estar cadastrado no site da Rede Mobilizadores. O processo é simples, rápido e gratuito. Faça seu cadastro em: <http://www.mobilizadores.org.br/inscreva-se/>.

Depois de cadastrado, faça sua inscrição na oficina em: <http://www.mobilizadores.org.br/oficina/agrotoxicos-impactos-e-alternativas/?eixo=meio_ambiente>.
Mais informações no site  ou pelo telefone: (21) 2528-3352

Fonte: ABRASCO