Na última avaliação do Ranking WEB of Repositories (abril/2020) o Repositório Institucional da UFSC (RI/UFSC) está entre os quinze repositórios mais visualizados do mundo e o terceiro no Brasil. Possuindo no ano de 2019 mais de 6 milhões de visualizações. Atualmente o RI/UFSC apresenta mais de 120.000 documentos, destes sendo 38.000 teses e dissertações e mais de 26.000 trabalhos acadêmicos, além de outros documentos. Para acessar a produção científica da UFSC acesse este link.
A coleta de dados da primeira fase vai até quinta (21/05). Já foram feitos cerca de 15 mil testes e entrevistas. A meta é alcançar 33.250 participantes em cada etapa
A primeira fase da pesquisa Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil: Estudo de Base Populacional teve coleta de dados prorrogada até dia 21 de maio. A meta é testar e entrevistar 33.250 pessoas em cada etapa. O estudo é financiado pelo Ministério da Saúde, coordenado pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas e executado pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope).
A coleta de dados será realizado em três etapas, com amostragem em 133 municípios sentinela, sede de cada sub-região intermediária, de acordo com critério do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As próximas etapas estão previstas para os dias 28 e 29 de maio e 11 e 12 de junho.
A pesquisa irá estimar o percentual de brasileiros infectados com o novo coronavírus, determinar o percentual de infecções sem sintomas ou subclínicas, avaliar os sintomas mais comuns, analisar a evolução da prevalência de infectados no Brasil, obter cálculos sobre a letalidade da doença, estimar recursos hospitalares necessários ao enfrentamento da pandemia e permitir o desenho de estratégias para abrandar as medidas de isolamento social.
Confira o andamento da pesquisa aqui
A Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO – manifesta sua solidariedade aos pesquisadores de campo do IBOPE que participam da pesquisa “Prevalência da Covid-19 no Brasil -EPICOVID-19-BR”, coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pelas agressões e detenções policiais, quando coletavam dados em diferentes cidades do país. Trata-se de pesquisa financiada pelo Ministério da Saúde, aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP). Os cuidados de proteção têm sido rigorosamente seguidos com utilização de equipamento adequado de proteção individual e ambiental. Todos os pesquisadores são testados antes de ir a campo e só podem participar quando apresentam resultados negativos para o vírus.
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Encorajadas a ficar em casa para não se expor ao novo coronavírus, muitas famílias têm preferido comprar alimentos industrializados, que duram mais tempo na despensa.
O problema é que a opção por esses itens – que tendem a ser mais calóricos e menos nutritivos que comidas frescas – pode no médio prazo acabar deixando seus consumidores mais vulneráveis a adoecer gravemente pela covid-19.
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Com auxílio da Inteligência Artificial, um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP em conjunto com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) vai utilizar fotos de pratos de comida feitas com celular para avaliar a qualidade da refeição dos brasileiros e contribuir para a melhoria da alimentação e da saúde da população. Por isso, o projeto chamado ClicPrato precisa de voluntários de todo o País para enviar fotos de suas refeições e poder criar um banco de dados dos pratos (veja abaixo como participar).
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Baseados em previsões matemáticas e na experiência empírica de outros países, especialistas pesquisam futuro da pandemia de Covid-19.
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Tailane Scapin, doutoranda em Nutrição da UFSC, orientada pelas professoras Rossana P. C. Proença e Ana C. Fernandes, está realizando uma pesquisa online que investiga a opinião de consumidores brasileiros sobre alguns tipos de alimentos industrializados. O estudo conta com a parceria do The George Institute for Global Health (Austrália), onde a doutoranda está realizando seu estágio de doutorado sanduíche com bolsa da Capes, sob supervisão dos professores Bruce Neal e Simone Pettigrew.
Adultos brasileiros com idade acima de 18 anos podem participar da pesquisa que é voluntária, não precisa de identificação e demora cerca de 10 minutos para ser respondida.
Esperamos a contribuição da comunidade universitária tanto respondendo ao formulário quanto divulgando para os seus contatos dentro e fora da UFSC.
Para participar basta acessar este link: CLIQUE AQUI.
Nesse ano de 2020, época em que vivenciamos a tragédia da pandemia pela Covid-19 imbricada a um quadro de profunda precarização das condições de trabalho, de vida, de saúde e bem estar da classe trabalhadora, queremos relembrar a origem desta data, para que ela nos inspire a continuarmos na luta por um modelo de produção que respeite a vida e a saúde, que garanta trabalho digno para todos e todas e que proteja o ambiente.
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Compartilhamos o curto e claro manifesto com o qual acadêmicos holandeses propõem uma mudança do paradigma econômico mundial depois da crise da pandemia.
A nota é publicada por El Clarín, Chile, 27-04-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.
Aparentemente a Holanda é o país que com mais força está tomando o desafio de reestruturar sua economia a partir do que nos vivemos no presente. Nesse contexto, 170 acadêmicos holandeses escreveram um manifesto em cinco pontos para a mudança econômica pós-crise da covid-19, baseado nos princípios do decrescimento.
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A revista DEMETRA: Alimentação, Nutrição & Saúde informa a publicação, em fluxo contínuo, de artigos do volume 15 (2020). Foram
publicados seis artigos, simultaneamente em português e inglês.
Durante e após a pandemia do novo coronavírus, o cenário de desigualdade social no Brasil tende a aumentar drasticamente. Neste momento, é essencial que se busque alternativas e meios de produção e fornecimento de alimentos saudáveis e de qualidade, principalmente aos grupos sociais mais fragilizados.
Em uma parceria inédita entre o Núcleo de Pesquisa e Extensão em Agroecologia da Fazenda Experimental da Ressacada (FER) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Câmara Municipal de Florianópolis – Mandato Agroecológico do vereador Marcos José de Abreu (“Marquito”), Marmitas Veganas, Campeche Solidário, Sociedade Internacional da Consciência de Krishna (ISKCON Brasil Sul), Instituto Compassos, Horta Comunitária do Parque Cultural do Campeche (Pacuca), C0vid-19 Floripa e Grupo Alimentação e Vida Alegre, nasceu o projeto de extensão “Produção de alimentos agroecológicos para famílias em situação de vulnerabilidade social em Florianópolis, SC: segurança alimentar em tempos de pandemia de Covid-19“. As refeições e cestas de alimentos irão beneficiar moradores carentes de Florianópolis e entorno, como também estudantes e trabalhadores da Universidade.
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Organizado por Arthur Nanni e Soraya Nór, Coleção Urbanismo e Arquitetura da Cidade, Florianópolis: EdUFSC, 2019. Lançado em dezembro de 2019 em parceria com o Núcleo de Estudos em Permacultura da UFSC (NEPerma), com duas versões, ambas gratuitas, em livro (distribuído pelos organizadores) e em e-book de acesso livre: https://editora.ufsc.br/estante-aberta/. A temática envolve agricultura, sustentabilidade, ecologia, e na sua versão em e-book tem diversos links para interação do leitor.
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi a vencedora de um edital do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) para a oferta de cursos de atualização em Enfermagem com foco em biossegurança e assistência ao paciente crítico no contexto da Covid-19. A Universidade oferecerá três cursos em formato a distância (EaD) para os profissionais, por meio da Secretaria de Educação a Distância (SEaD) da UFSC.
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Segundo a análise da última Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), que permite traçar o perfil alimentar da população brasileira a partir dos dados referentes à aquisição domiciliar de alimentos, o período de 2017-2018 apresentou algumas mudanças nas tendências de consumo.
A boa notícia é que, apesar dos alimentos ultraprocessados ainda exercerem participação marcante na mesa das famílias, foi possível perceber uma desaceleração dessa tendência ao comparar os dados mais recentes com os coletados nas três últimas POFs.
Esse avanço pode ser atribuído à implementação de políticas públicas de promoção da alimentação adequada e saudável entre 2008-2009 e 2017-2018, dando destaque especial ao Guia Alimentar para a População Brasileira.
Tendo como regra de a recomendação de uma alimentação baseada em alimentos in natura ou minimamente processados (excluindo os ultraprocessados), o Guia exerce o papel de instrumento de apoio e incentivo às práticas alimentares saudáveis de pessoas, famílias e comunidades e da sociedade brasileira como um todo, hoje e no futuro.
Para ler o relatório completo, acesse aqui.
Relatórios apontam que crise causada pelo coronavírus aumentará as desigualdades e violência contra as mulheres em todos os países. Além disso, 70% de todos os profissionais da saúde no mundo são mulheres, o que as expõe de maneira direta à Covid-19.
Embora os homens representem entre 60% e 80% dos mortos pela Covid-19, as mulheres são afetadas de maneira mais severa pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Elas estão mais expostas ao risco de contaminação e às vulnerabilidades sociais decorrentes da pandemia, como desemprego, violência, falta de acesso aos serviços de saúde e aumento da pobreza.
Essa é a conclusão do relatório “Mulheres no centro da luta contra a crise Covid-19”, divulgado no final de março pela ONU Mulheres, entidade da Organização das Nações Unidas para igualdade de gênero e empoderamento.
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Nos últimos meses, talvez pela primeira vez na história, o mundo globalizado passa a discutir massivamente (na grande imprensa, nas redes sociais, nos grupos de família e amigos) um gráfico de crescimento exponencial. Hoje, boa parte da população mundial acompanha diariamente a curva de aumento de casos de contaminação com o novo coronavírus. Em comum, apelos governamentais, hashtags e lives no YouTube e Instagram falam com desenvoltura para um grande público sobre a necessidade de “achatar a curva”. Aprendemos juntos que, eventualmente, quando essa curva “perder força” e começar a se inclinar para baixo, teremos um sinal de que poderemos respirar mais aliviados.
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Uma pesquisadora com experiência em ambientes adversos dá conselhos aos acadêmicos ansiosos com a quebra de rotina causada pelo coronavírus.
O QUE TENHO OBSERVADO entre meus colegas e amigos acadêmicos é uma resposta comum à contínua crise da COVID-19. Eles estão lutando bravamente para manter um senso de normalidade — correndo para os cursos online, mantendo rigorosos cronogramas de escrita e criando escolinhas Montessori nas mesas de cozinha. A expectativa deles é apertar os cintos por um breve período, até que as coisas voltem ao normal. Para qualquer um que segue esse caminho, desejo muita saúde e boa sorte.
Leia a tradução completa do texto original.
A Diretoria de Vigilância Sanitária informa que a ANVISA está disponibilizando para consulta o documento com Perguntas e Respostas sobre os requisitos para uso de gordura trans industriais em alimentos.
Este documento é um instrumento de esclarecimento, não regulatório, de caráter não vinculante, destinado unicamente a esclarecer dúvidas sobre a Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 332, de 23 de dezembro de 2019, que define os requisitos para uso de gorduras trans industriais em alimentos. Portanto, o presente documento não se destina à ampliação ou restrição de requisitos técnicos.
A ANVISA espera que as orientações possam auxiliar as empresas fabricantes de alimentos e os órgãos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) na correta implementação e fiscalização do regulamento em questão.
Mais informações:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/2810640/Gorduras+trans+industriais/c86e4cc3-d3c9-4905-abbb-821b85911bdf
Diante da ameaça à saúde das populações imposta pelo novo coronavírus, que desafia governos, autoridades sanitárias e sistemas de saúde, além de evidenciar vulnerabilidades provocadas pelas formas de produção e pelas condições de vida em sociedades de todo o mundo, a diretoria da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) convida todas e todos para a Ágora Abrasco, uma programação de atividades diversificadas transmitidas pela internet com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento da pandemia, compreender fenômenos e propor respostas.
A Ágora Abrasco visa, ainda, proporcionar diálogos e debates com diversos públicos, oferecendo um espaço de informação, de escuta e de troca intelectual. Desta forma, a Abrasco se soma aos esforços de construção de alternativas às fake news e às campanhas de desinformação estimuladas e disseminadas por atores políticos no contexto desta pandemia.
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Sol a pino na sacada de uma cidade colonial dos trópicos. Calor, muito calor. O que está acontecendo, como foi que cheguei até aqui? Sou cientista, claro, disso me lembro bem. Mas o que foi que aconteceu? É difícil avaliar os danos sem saber de onde partimos. Convém repassar o que vi, ouvi, li e vivi.
Conheci o fisiologista vegetal Luiz Fernando Gouvêa Labouriau em 1989, na Universidade de Brasília, por intermédio do microbiologista Isaac Roitman e da antropóloga Mireya Suárez. Foi amor à primeira vista. A barba cerrada do célebre cientista já estava toda branca e seus olhos azuis eram ultrajovens, coriscando de inteligência. Tive a sorte de ser seu aluno e frequentei por vários anos o seu laboratório. Durante o dia, germinação de sementes e bases da matemática. Durante a noite, histórias de cientistas exemplares e exploração astronômica. Subíamos ao teto do laboratório por uma escada dobrável para explorar a Via Láctea com o telescópio do mestre. Sob as estrelas, cercado de discípulos, ele narrava os mitos de criação da ciência brasileira.
Cerca de metade (49,5%) das calorias totais disponíveis para consumo nos domicílios brasileiros provém de alimentos in natura ou minimamente processados, 22,3% de ingredientes culinários processados, 9,8% de alimentos processados e 18,4% de alimentos ultraprocessados.
A evolução da disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil, estimada com base nas POFs realizadas em 2002-2003, 2008-2009 e 2017-1018, indica que alimentos in natura ou minimamente processados e ingredientes culinários processados vêm perdendo espaço para alimentos processados e, sobretudo, para alimentos ultraprocessados.
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Em carta enviada na tarde desta quarta-feira, 1º de abril, ao Ministro da Saúde, os presidentes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO); da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB); da Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (SOBRASP), e da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), com o apoio de especialistas envolvidos nos diversos aspectos do enfrentamento à pandemia, reconhecem a importância do Manual de Manejo Clínico da COVID-19, elaborado pelo Ministério da Saúde e suas revisões. No entanto, se mantêm preocupados com o elevado risco de disseminação do vírus nos serviços básicos de saúde. A experiência de outros países tem mostrado que minimizar o contato presencial entre profissionais de saúde e usuários com síndrome respiratória aguda grave, bem como evitar aglomeração de pessoas nestas unidades, é crucial para impedir a propagação do vírus, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde sobre a organização da atenção à COVID-19.
Acesse o documento completo.
A Frente Estudantil de Segurança Alimentícia (Fesa) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – união de Centros Acadêmicos e outras entidades universitárias como a Associação de Pós-Graduandos, o Sindicato dos Trabalhadores e a Teia de Articulação pelo Fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional – está recebendo doações em dinheiro e de cestas básicas para serem destinadas a estudantes em situação de vulnerabilidade financeira.
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Um parecer elaborado por mais de 50 cientistas do Centro de Ciências Biológicas (CCB) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conclui que “não parece existir do ponto de vista científico uma alternativa segura à quarentena total mantida até o controle da pandemia”. Os argumentos reunidos pelos pesquisadores (médicos, biólogos, biomédicos e farmacêuticos) que fizeram parte do grupo apontam, ainda, que em Santa Catarina, desde o início do isolamento social, já há resultados eficazes na contenção do contágio pelo novo Coronavírus.
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Os presidentes Gulnar Azevedo e Silva e Gastão Wagner de Sousa Campos contribuíram com o debate social sobre a pandemia que assola a humidade, em artigo publicado em 28 de março no jornal O Globo. Eles são enfáticos ao afirmar que o coronavírus vem derrubando paradigmas, hábitos e, infelizmente, vidas. “Temos que colocar a vida humana como totalmente prioritária: à frente de negócios, produtividade, carreiras e interesses financeiros”. Clique aqui e acesse na publicação original, e leia aqui na íntegra.
Em Curitibanos, assentados destilam a substância com equipamento utilizado para a produção de cachaça artesanal.
Agricultores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) produziram álcool 70% para a rede pública de saúde em Curitibanos, no estado de Santa Catarina. A produção piloto da iniciativa aconteceu na última terça-feira (24), em resposta ao desabastecimento do produto no município.
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No dia 24 de março de 2005 o Congresso Nacional aprovou a lei 11.105, chamada de Lei de Biossegurança, e abriu o país ao mercado das sementes transgênicas. A lei que hoje completa 15 anos foi uma resposta direta a pressões político-econômicas do agronegócio e hoje o Brasil é o segundo país com área plantada com transgênicos (e o primeiro em agrotóxicos). A chave para garantir esse rápido processo de liberação de OGMs foi centralizar o poder decisório nas mãos da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), entre eles o de dispensar a liberação dos transgênicos de estudos prévios de impacto ambiental.
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Benefício vai pagar uma cesta básica para cada aluno carente da rede municipal de ensino da cidade durante a suspensão das aulas.
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A Administração Central da UFSC encaminhou ofícios ao Governo do Estado de Santa Catarina e à Prefeitura Municipal de Florianópolis nesta sexta-feira, 20 de março, para oferecer ajuda no combate à pandemia de Covid-19. O reitor Ubaldo Cesar Balthazar ofereceu as sedes da instituição, apoio ao atendimento de ligações telefônicas, entre outros recursos.
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Uma cartilha para a compra de alimentos em época de Covid-19 foi divulgada pela Teia de Articulação pelo Fortalecimento da Segurança Alimentar e Nutricional (TearSAN), grupo de pesquisa do departamento de Nutrição da UFSC. São dicas de como planejar e armazenar um estoque de alimentos para uma nutrição saudável. Confira as dicas preparadas pelas alunas Luiza Pigozzi e Beatriz Vitorino (bolsistas do Pró-Bolsas), com orientação das professoras do curso de Nutrição Claudia Soar e Cristine Garcia Gabriel:
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